Um elefante bebe de 40 a 60 litros de água por dia. É quase uma caixa d'água no estômago. Ele precisa de muita água para manter seu corpo gigante, bem como seu metabolismo complexo.

Em regra, os elefantes vivem em regiões muito quentes do continente africano. Ali pelo Quênia e Uganda. É simplesmente o maior animal terrestre do mundo em termos de volume corporal.

A situação é que os oásis secam devido à falta de chuva e o pouco que há de água serve ao consumo humano em grandes aglomerações populacionais. No Quênia, por exemplo, é preciso buscar água muito longe para atender grandes centros urbanos como a favela Kibera, considerada a maior favela do mundo, com cerca de 2,5 milhões de pessoas.

Diante dessa grande aglomeração populacional queniana, ocorre que os dutos de água tendem a concentrar as reservas nestes aglomerados populacionais. A legislação não é forte o suficiente para proteger os parques e há tendência de utilizar os oásis para manter as cidades.

A seca natural da região do trópico é um fenômeno não humano, natural da região do trópico. Um paralelo pode ser feito com a região do nordeste brasileiro que fica situado numa região do mesmo trópico.

O calor intenso aliado com o uso dos poços de água naturais dos parques como o Parque Nacional do Quênia fazem os elefantes caminharem quilômetros para buscar água, às vezes, em fontes que já não existem mais, por seca ou, por haver necessidade humana daquela água.

A escassez de água tem sido um grande problema para os elefantes no mundo e também pelos grupos de ambientalistas especializados no atendimento desdes Animais.

Uma das soluções possíveis para a escassez poderia advir de caminhão pipa, afim de carregar água para tanques.

Como se vê na foto tirada no Parque Nacional do Quênia (crédito da Caters News Agency), os elefantes estão muito sedentos e sugam nos canos na tentativa de beber um pouco de água. Alguns elefantes caem pelo caminho de sede. O fotógrafo que analisa o comportamento dos elefantes nota que eles não têm forças sequer para barrir, utilizando suas forças para encontrar água.

Uma grande luta pela Sobrevivência destes animais que não só estão sob risco da severidade do clima como da severidade do tratamento humano. A caça predatória tem atraído muitos caçadores clandestinos que matam esses animais para retirar o marfim.

A China alegou que pretende banir a atividade comercial em prol do meio ambiente, porém em Hong Kong ainda resta o perigo, onde cargas de marfim são apreendidas pela fiscalização.