A vez da #Alemanha dizer os seus conceitos de justiça ambiental para o mundo é agora. Um país cujos cientistas deixam marcas de descobertas, novidades e genialidades. Não é a toa que o próprio Einstein, autor da teoria da relatividade e nosso grande mestre intérprete cientista de leis do universo cujos escritos propiciaram a descoberta de tão imensurável legado ao conhecimento humano, é alemão.

No campo ambiental, uma série de figuras geniais se destacam na terra alemã, uma delas, o responsável por cunhar ao mundo o 'estudo da casa', ou seja, a ecologia. Antes de Ernst Haeckel não haviam palavras para descrever a interação existente entre homem, meio ambiente e seres vivos entre si, nem as questões de nicho ecológico, habitat e biodiversidade.

Tudo nasce de uma descoberta, de uma afirmação que, de hipótese, passa a ser teoria à medida que mais e mais cientistas do mundo constatam uma verdade sobre um fenômeno da natureza.

É do alemão o título consagrado de pai da ecologia. Por outro lado, apesar dos termos científicos e do avanços escolares em termos de educação ambiental, nos falta ainda conscientização suficiente para entender todos estes termos e viver de acordo com uma ética ambiental onde ser humano e meio ambiente 'ecoexistam' [VIDEO] em harmônia.

A dedicação ao meio ambiente, tal como uma proposta que emana da ciência para a política, ainda é recente no mundo e dentre os assuntos mais debatidos destaca-se a questão climática.

O clima é uma preocupação que nasce da constatação de há um aquecimento global e uma camada de ozônio no mundo que é pressionada pela emissão de gases oriundos de carbono.

Além disso, há o conhecido efeito estufa. Vivemos numa estufa atmosférica onde podemos aquecê-la culposamente, mediante atividades econômicas desenfreadas de princípios.

A favor de princípios ambientais e justiça ambiental, cientistas convocaram o mundo a discutir o tema com respeito à todas as nações. Enfim obtivemos um protocolo de Kyoto, onde positivamente presenciamos a boa esperança na humanidade, mediante instrumentos jurídicos que não condenem atividades econômicas mas sim, propiciem economia sustentável.

Atualmente, o substituto Acordo de Paris veio dar o 'ar da graça' na França, outra terra de gigantes. Na França, gigantes políticos e idealistas como Voltaire, Rosseau, Domat e Diderot deram ao mundo ideias constitucionais e afirmaram as liberdades do homem com direitos perante tiranos. No berço do constitucionalismo mundial nasceu o Acordo de Paris, um acordo mais forte e renovador do antigo protocolo de Kyoto.

Até mesmo os EUA, país mais poluidor do mundo, o mais alarmante de todos, o mais poderoso, rico e influente país, por intermédio de seu plenipotenciário, o excelentíssimo Sr.

Barack Obama, havia firmado o Acordo de Paris, para a glória da justiça ambiental e para um mundo melhor. Porém, veio o Trump e em desvio político protecionista, decidiu sair do Acordo.

O mundo, no entanto, não para. Desde a última segunda-feira (6), ocorre a #Cimeira ambiental da Alemanha para dar novo vigor às disposições ambientais e ao mundo harmônico para as presentes e futuras gerações. Um protesto específico marca o início do evento como se pode ver na foto ilustrativa deste artigo, segundo fonte extraída do jornal Kölner Stadt Anzeiger.

As decisões ainda não foram divulgadas, aguardamos os passos seguintes e disposições vindas da Alemanha, a terra mãe da ecologia. #Diplomacia