No último domingo um homicídio chocou a cidade de Belo Horizonte. Um taxista foi morto por meio de arma branca. O crime ocorreu no setor Bairro Caiçara, na capital mineira. De acordo com informações da Polícia Militar, até o momento não se tem nem um suspeito e tão pouco sabe as circunstâncias que envolvem o crime.

A vítima deste crime bárbaro, é o senhor Jamilson Avelino Ramos, que tinha 59 anos. A Polícia Militar encontrou Jamilson com diversos ferimentos e por ver a gravidade da situação o levou para o Hospital Odilon Nehrens, onde morreu logo em seguida. O taxista Jamilson Avelino Ramos estava jogado no chão, em um local próximo ao seu carro na rua Cláudio Martins.

Seu veículo de trabalho era um Fiat Palio, foi localizado próximo a vítima, mas em rua diferente. O carro estava na região noroeste de Belo Horizonte, no Bairro Nova Esperança, em uma rua conhecida como Rua Natal, na madrugada da última segunda-feira,21. Segundo testemunhas oculares, o carro de Jamilson estacionou e um homem com atitude suspeita logo saiu em disparada fugindo para um matagal. A Polícia Militar informou por meio de boletins que até o momento ninguém foi preso. Junto ao taxista Jamilson Avelino Ramos foram encontrados a quantia de setenta e oito reais em dinheiro, juntamente com sua Carteira Nacional de Habilitação. Logo após deixarem Jamilson no Hospital Odilon Nehrens, a guarnição da Polícia Militar de Belo Horizonte se dirigiu para CEFLAN 1, como é conhecida a Central de Flagrantes 1 da Polícia Civil.

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Muitos protestos ocorreram após a morte do taxista. E diversos órgãos relacionados aos profissionais do Trânsito lamentaram sua morte. Como é o caso do senhor Ricardo Faeda, que é presidente do Sindicato dos Taxistas de Belo Horizonte, MG, que em sua mensagem demonstra total desconforto com a situação atual da segurança pública, e considera os taxistas uma classe vulnerável pois tem a necessidade e obrigação de atender e pegar qualquer passageiro que solicitar seus serviços. Termina pedindo ao governo que aumente a força policial de Belo Horizonte, para que se tenha mais efetividade com o policiamento ostensivo.

O sindicalista Ricardo Faeda também informou que o sindicato irá acompanhar de perto todos os tramites das investigações relacionas a morte de Jamilson Avelino Ramos, e fica na expectativa de que a justiça venha ser feita e que o assassino pague pelo crime que cometeu. Os números da Polícia Militar de Belo Horizonte é alarmante, atualmente apenas na capital mineira passa de cinco o número de assaltos diários a taxistas.