A família de Gilmara Silva Patrocínio, assassina confessa de Patrícia Xavier Silva, grávida de 9 meses, está envergonhada e extremamente triste com o crime brutal que Gilmara cometeu.

Desabafo da mãe de Gilmara: "Acho que criei um monstro"

Mesmo antes de Gilmara ser presa e confessar o crime, sua mãe Terezinha Apolinário Lourenço 62 anos, já desconfiava de que havia algo de errado com o nascimento do suposto neto caçula. Gilmara não havia falado com ninguém da família sobre sua gravidez. Quando Gilmara levou o bebê para que Terezinha o visse, ela questionou a filha e perguntou onde ela tinha encontrado a criança.

Foi quando Gilmara disse que teve o bebê em casa e que os bombeiros a levaram para o hospital. Mesmo assim, Terezinha estranhou o fato da filha não ter leite para amamentar o bebê. Terezinha disse ainda que Gilmara ficou em sua casa por aproximadamente 20 minutos logo depois de chegar do hospital.

Terezinha trabalha como cuidadora de 2 pessoas com deficiência mental e de uma senhora idosa. Agora, ela ficou responsável pelos 4 filhos de Gilmara e se diz sem saber como fará para cuidar dos netos e continuar a trabalhar. 

Embora reconheça que a filha cometeu o crime, Terezinha não acha que Gilmara agiu sozinha.

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Polícia

Ela relata que sua filha nunca conseguiu matar nem uma galinha sozinha e acredita que ela não teria condições de retirar o bebê do útero da mãe sem ajuda e em seguida carregar o corpo sozinha. "Como mãe juro que ela não agiu sozinha. Por de trás disso tem outra podriqueira."

Terezinha está muito abalada com o crime cometido pela filha, assim como toda a cidade de Ponte Nova, em Minas Gerais. Ela diz que imagina o sofrimento que a família de Patrícia está enfrentando e desabafa: "Acho que criei um monstro."

A mãe de Gilmara ainda relata que o companheiro de sua filha estava muito feliz com o nascimento do bebê, que ele acreditava ser seu filho, por isso chegou até a fazer o registro da criança.

Novo registro

O bebê havia sido registrado por Gilmara e seu companheiro com o nome de Vitor Patrocínio da Silva com  a data de nascimento do dia 26 de junho. Porém, segundo a delegada regional Iara Gomes, os pais verdadeiros, Patrícia e Leonardo, já tinham escolhido outro nome para a criança, Bernardo, e que certamente haverá a correção na certidão de nascimento do mesmo.

Motivação do crime

Ao que tudo indica e segundo as investigações da Polícia Civil de Ponte Nova, Gilmara planejou e cometeu o crime com o intuito de manter o relacionamento com seu companheiro.

Pelo que foi apurado, a relação dos dois já estava abalada e ela com medo que o companheiro a deixasse disse que estava grávida. Parece que foi este o principal motivo para que este crime brutal acontecesse.

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