A semana que passou, coincidentemente, que terminou com o panelaço contra o PT em todo Brasil na quinta-feira (6) à noite, se mostrou como o estopim para uma crise Política que há muito tempo vinha latente no Palácio do Planalto. O início da crise política foi agravada pela atual Crise econômica que o país atravessa. Ela realmente iniciou-se com o ínício da operação Lava Jato, deflagrada pela Justiça Federal, tendo à frente, o juiz Sérgio Moro.

Numa manobra desesperada em reverter a situação desfavorável, a presidente Dilma Rousseff está lançando mão de uma série de ações para reverter o quadro que marcha contra o governo e o seu partido, o PT.

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Abalada pelo mais baixo índice de aprovação que superou a casa dos 70%, a mesma busca saídas para melhorar a sua imagem.

Desde a semana passada, a presidente tem feito uma série de viagens ao interior do Brasil, principalmente para aquelas regiões que se sobressaíram como lugares onde a sua popularidade em tempos anteriores era bem maior.

Nesta última semana, a presidente esteve em Roraima, onde fez a entrega de algumas unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, que constitui uma das principais bandeiras de suas campanhas presidenciais e de seu governo anterior.

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Política

Dilma Rousseff foi bem recebida e posou para fotos com alguns participantes, entre eles algumas crianças.

Neste domingo (9), Dilma Rousseff marcou uma reunião, para o início da noite em Brasília com a sua base aliada e a coordenação política de seu governo para traçar novas estratégias de reação à crise que se desenrola atualmente. A presidente enfrenta uma série de problemas no campo político. A sua própria base aliada tem se comportado de modo até infiel.

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Na oposição, temos uma grande resistência, principalmente da presidência da Câmara, onde o governo foi submetido a uma série de derrotas em seus projetos de lei. Isto pode comprometer todos os esforços governamentais para colocar em prática o ajuste fiscal das contas do governo.

Como medidas que podem ser adotadas pela presidente, temos a redução do número de ministérios. Esta medida vem sendo estudada pelo governo como forma de contribuir para as ações de reajuste fiscal e também como medida de austeridade para  recuperação de sua credibilidade junto à população brasileira.

Ela tenta ainda convencer alguns políticos a não colocarem em discussão as chamadas pautas bombas.

A eventual aprovação destas pautas poderia colocar o governo em maus lençóis com relação às medidas de ajuste fiscal. Como aliados nesta tarefa, ela conta com a ajuda de parlamentares de sua base aliada, principalmente dos seus ministros fiéis ao governo e com a presença do vice presidente e articulador principal, Michel Temer (PMDB).

As ações incluem ainda o encontro com empresários, ainda na tentativa de pressionar o Congresso para evitar a aprovação das medidas que prejudicariam as intenções governamentais.

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Até agora, várias tentativas de aproximação forma frustradas. Tudo isto culminará com as manifestações públicas marcadas para o dia 16 de agosto, no próximo domingo, quando a população brasileira esta sendo convocada a ir às ruas, pedir a renúncia da presidente.  

                          

               

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