Nessa briga de gato e rato quem sai perdendo é o Brasil e os brasileiros. A crise Política escancarada emperra a longa caminhada do país rumo a solução da crise. Especialistas em política e economia tem a mesa opinião, a crise política que o país enfrenta é tão grave quanto a Crise econômica, ou seja, Dilma precisa economizar, mas Eduardo Cunha e Renan Calheiros não deixam.

Pauta bomba anula os esforços de Dilma

De acordo com as informações do Jornal Folha de S.

Paulo, o congresso que vem cobrando do governo federal medidas de contenção de despesas é o mesmo que aprovou no decorrer de 2015, projetos que se entrarem em vigor em 2016 vai aumentar os gastos em R$22 bilhões. Estas medidas aprovadas pelos deputados federais, tendo como presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha, oposicionista declarado do governo Dilma, vai praticamente anular a proposta do planalto de economia visando o equilíbrio do orçamento de 2016 que é de R$26 bilhões.

A briga é pelo poder e o povo continua pagando a conta

A crise política entre governo, oposição e aliados é o maior entrave para que o Brasil retome o crescimento econômico. Ao que parece aqueles que foram eleitos pelo povo, se preocupam tão somente com o poder, deixando órfã toda uma nação que vê o retorno da inflação, desemprego, impostos e taxas que já tinham sido extintas.

O planalto prega o equilíbrio das contas públicas

A Câmara Federal de deputados e o Senado Federal, tendo como presidentesEduardo Cunha e Renan Calheiros respectivamente, aprovaram medidas que escancararam os cofres da união, principalmente para os funcionários públicos e aposentados.

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Embora especialistas acreditem que as medidas vindas do Planalto estão chegando atrasadas, elas são necessárias, mas ao que parece tanto o Senado quanto a Câmara parecem fazer ouvidos de mercador.

Vetados pela presidente Dilma Roussef

A presidente Dilma Roussef vetou três projetos já aprovados pela Câmara e Senado, entretanto na próxima terça-feira (22), já está agendada uma sessão no congresso para analisar os vetos presidenciais.

Neste caso os aliados precisam correr contra o tempo e tentar garantir que tais projetos continuem vetados. Embora essa pareça uma missão quase impossível.

Derrota do planalto

Embora tenha a maioria no congresso, o governo já não sabe mais quem realmente está ao seu lado. Pois devido a baixa popularidade da presidente, os parlamentares temem ter sua 'imagem arranhada'. O Palácio do Planalto e os congressistas aliados consideram a possibilidade de uma derrota, fazendo com que a capacidade de controlar as contas públicas da presidente Dilma Roussef seja questionada.

Aos brasileiros resta aguardar que aqueles que estão no poder recobrem a consciência e lembrem-se que estão em seus cargos, pelo povo e para o povo.

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