Com lei de uso obrigatório em vigor desde do ano de 1970, o uso do extintor de incêndio em automóveis passa a ser optativo no país, a decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Nacional de Trânsito e já têm gerado polêmica, já que ainda no início deste ano o mesmo Contran determinou que veículos com mais de dez anos de uso deveriam substituir o extintor AB para o ABC.

Nova legislação em vigor

Com a modificação da legislação, também libera o uso do equipamento depois de consulta de vários setores e reuniões de teor técnico pelos membros do conselho de trânsito, ficou confirmado que além dos veículos de passeio, também para os veículos conhecidos como utilitários camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada - continuando na obrigatoriedade de uso do equipamento contra-incêndio para ônibus, caminhões e veículos de grande porte e destinados à cargas inflamáveis, líquidos e gasosos.

Motivo da mudança

Mediante estudos e pesquisas relacionadas à área de tecnologia constatadas pelo Denatran, ficou evidenciado que os veículos tiveram grande inovação em seus projetos e execução nas linhas de montagem na indústria nacional, resultando maior segurança contra incêndio - podendo ser consideradas como itens de segurança, o corte automático de combustível por consequência de colisão, posicionamento do tanque de combustível fora do habitáculo dos passageiros do veículo, materiais e revestimento anti-inflamáveis entre outros.

Como funciona no exterior

Nos Estados Unidos e na grande maioria dos países da Comunidade Européia, já não é mais obrigatório o uso do extintor de incêndio, considerado pelas autoridades desse países que em seu manuseio não teria o preparo emocional e treinamento adequado o tornando irrelevante no interior de seus veículos, gerando até maior risco ao motorista e seus passageiros no ato de tentar extinguir e/ou amenizar as chamas de bens pessoais ou do próprio veículo, em alguns países da América ainda persiste o uso do extintor nos veículos como item obrigatório, como no caso do Uruguai, Argentina e Chile.

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