Em entrevista coletiva nesta terça-feira (15), a presidente Dilma Rousseff afirmou que o Governo irá enviar ao Congresso uma proposta de recriação da CPMF, com a alíquota de 0,2%. Depois de um final de semana cheio de reuniões, o Governo Federal fez nesta segunda-feira (14), um bloqueio adicional nos gastos do ano que vem no valor de R$ 26 bilhões. De acordo com os cálculos feitos pelo governo, a CPMF será responsável por metade dos ajustes nas contas públicas referentes ao ano de 2016.

Este valor é de R$ 64,9 bilhões, tudo isso para conseguir atingir a meta do superávit primário de 0,7% do PIB - Produto Interno Bruto.

O Impacto esperado é de 32 bilhões. Caso seja aprovado no congresso o imposto da CPMF será cobrado sobre as transações bancárias com a finalidade de financiar de maneira integral os gastos da previdência social. No ano de 2007, o senado derrubou o imposto da CPMF que durou 10 anos, e arrecadou cerca de R$ 222 bilhões.

Segundo o ministro da Fazenda Joaquim Levy, o imposto da CPMF será dois milésimos do que a pessoa irá comprar. Por exemplo, você teria dois milésimos de uma entrada de cinema que você compra para diminuir o déficit da previdência social.

Antigamente a alíquota da CPMF era de 0,38% esta arrecadação financiava projetos de saúde e durou cerca de 10 anos. Desta vez o Governo pretende arrecadar fundos para financiar a previdência social. O ministro disse também que com o imposto da CPMF deve haver um grande fortalecimento da economia, para que o próximo governo não comece com nada. Levy acrescentou também que o Governo procurou esta alíquota no mínimo necessário para a segurança fiscal.

O imposto da CPMF deve gerar um impacto sobre o contribuinte, conhecida como o imposto do cheque, e deve afetar as movimentações financeiras bancárias, como saques, transferências, pagamentos de cartão de crédito e boleto de cobrança.

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O site G1 deu um exemplo interessante para entendermos o imposto da CPMF, se uma pessoa comprar uma casa por R$ 100 mil reais, ela vai pagar R$ 200,00 do imposto de movimentação financeira. Nós já vivemos um momento delicado com o aumento das contas e agora o Governo quer implantar o imposto da CPMF que caso seja aprovado vai complicar ainda mais a vida do brasileiro.

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