O helicóptero usado pela presidente Dilma Rousseff soltou algumas labaredasna noite desta quinta-feira (24).Uma das aeronavesusadas pela presidente, ficou em chamas por cerca de 3 segundos, na região perto das hélices. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), este é o terceiro problema técnico no helicóptero presidencial demodelo H-34, em menos de um mês.

No início de setembro, uma das aeronaves da presidente Dilma Rousseff não levantou voo. A tripulação que já havia embarcado foi obrigada a descer.

Logo depois, uma fumaça inundou o interior do helicóptero e Dilma Rousseff também saiu e acabou optando por fazer o percurso de carro.

Cerca de 7 dias antes do incidente ocorrido,a mesma aeronave da presidenta sofreuuma pane elétricae teve de ser consertada nos jardins do Palácio do Planalto.

As labaredas, que duraram cerca de 3 segundos, não foram empecilho para que a presidente Dilma Rousseff voasse no seu helicópteroSuper Puma.

O voo de Dilma saiu doPalácio da Alvorada e teve como destino a base aérea do Distrito Federal.

Segundo piloto, ocorreu tudo dentro da normalidade. A presidente de lá partiu para os Estados Unidos onde irá participarda conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), a qualfará a abertura, como de costume. Dilma Rousseff deve retornar ao país na próxima semana, possivelmente na terça (29), para então comunicar as reformas ministeriais que acabaram por ser adiadas.

Helicóptero opera normalmente

A FAB (Força Aérea Brasileira) divulgou nota afirmando que as chamas que apareceram na hora da decolagem de Dilma são normais, ocasionadas pela partida. Para a aeronautica, o helicoptéro Super Puma está 100% seguro. O piloto que soube do ocorrido, optou por voar mesmo assim.

Um especialista da FAB afirmou que a labareda chamou atenção pelo fato de estar de escuro.

A presidente Dilma Rousseff permaneceu por cerca de 5 minutos dentro da aeronave, ou seja, o tempo do trajeto até a Base Aérea de Brasília.

Ela não sofreu ferimentos e nenhum outro tipo de dano.

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