O Governo Brasileiro sofre grande ameaça. Alguns caminhoneiros chegaram a afirmar que: "ou a presidente sai do poder, ou o Brasil para".Tendo em vista que a maior parte dos produtos brasileiros são transportados em caminhões, esta afirmação procede, sem transporte, o Brasil realmente pode parar.

Entre as principais divergênciasda categoria estão:Pedágios (preços considerados absurdos), péssimas estradas, financiamentos muito altos para compra de caminhões, combustíveis(entre os mais caros do mundo), dentre outros problemas.

Apenas com três dias de greve, os protestos já atingem nove estados do país: Ceará, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande da Sul, Santa Catarina, Tocantins e Goiás. O Governo afirma que vai aplicar multa de R$ 1.915,00 para protestantes que obstruírem as rodovias. Esta punição será mantida, mas, havendo obstrução com o uso do veículo, o condutor também será punido com uma infração gravíssima na carteira de motorista, além de multa de trânsito no valor de R$ 5.746,00.

Em caso de reincidência, este valor pode dobrar, chegando a custar para o infrator a quantia de R$ 11.492,00.Em vários pontos das regiões Sul e Sudeste, alguns produtos como: suprimentos de primeira necessidade, remédio, gasolina, entre outros, já estão escassos. Como em toda manifestação, não se sabe por quanto tempo pode se estender, contudo, quanto mais o tempo passa, mais difícil fica a vida dos brasileiros.

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Governo

Tudo indica que o maior objetivo dos grevistas é tentar, mais uma vez, chamar a atenção das autoridades, mesmo que, para isso, tenham que causar transtornos, em busca de soluções para muitos problemas que afetam o povo brasileiro. No estado de São Paulo, duas faixas da Marginal Tietê, no sentido Castelo Branco, ficaram interditadas no dia de ontem, terça-feira, 10.

A Companhia de Engenharia de Tráfego diz que a via já está liberada.

Na Bahia e no Rio Grande do Sul ainda não houveram interdições, mas ainda existem manifestações. O que resta é esperar que o Governo encontre uma solução positiva e que as medidas necessárias sejam tomadas para um desfecho favorável a população, sem que haja conflitos entre as partes.

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