A mineradora Samarco informou em uma nota, que não vai poder cumprir os compromissos financeiros com seus fornecedores e funcionários. Governos pedirão indenização de R$ 20 bi por desastre da Samarco.A empresa tem como motivo o bloqueiodeR$ 300 milhões, que foram determinados pela Justiça.

Ainda segundo a nota, foi informado que a empresa pede desculpa pelo transtorno que foi causado ao seus funcionários e fornecedores, e que vai reforçar as medidas para fazer a regularização dos pagamentos.

Na última sexta-feira, 27, o MP de Minas Gerais disse que a mineradora pediu mais um prazo para fazer o deposito deR$ 292.011.480,07, valor referente a uma parte da primeira parcela do acordo entre a Samarco e o Ministério Público. Barragens da mineradora Samarco estão em risco de se romper e causar mais transtornos.

Segundo o Ministério Público Federal de Minas, a Samarco tem até o dia 2 de Dezembro para fazer o deposito do restante do valor da primeira parcela.O acordo feito pelo Ministério Público e a Samarco, no valor de R$ 1 bilhão, tem como intuito garantir a execução das medidas preventivas, para diminuir os danos e solucionar os problemas que foram causados pelo rompimento da barragem, na cidade de Mariana-MG.

O Governo do Espírito Santo, de Minas Gerais, e o Governo Federal, irão entrar na Justiça para garantir os recursos necessários para o plano de recuperação dos danos ambientais, causados pelo rompimento da barragem do Fundão. O valor da ação é estimada emR$ 20 bilhões. O governo irá entrar com a ação nesta segunda-feira, 30.

A medida foi anunciada pelos ministros do Meio Ambiente e daAdvocacia-Geral da União, em uma entrevista realizada em Brasília.

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Segundo o ministro da AGU,Luís Inácio Adams, a ação judicial tem como objetivo ter a criação de um fundo com os recursos depositados pela Vale, BHP Billinton, e a Samarco. Ele ainda diz que osR$ 20 bilhões são uma estimativa e que pode ser alterado, já que os impactos ambientais ainda não foram totalmente calculados.

Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, disse que a recuperação dos danos ambientais pode durar pelo menos uma década, e ainda que a constituição do fundo vai ter o monitoramento da região por pelo menos 25 anos.

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