Os vizinhos e também os amigos de Lucimar Bezerra, de 33 anos, foram para a delegacia onde ocorreu o crime, em Bujari. Ele era suspeito de ter matado Jardineis Oliveira da Silva de apenas 25 anos e também o seu bebê de somente 6 meses. Familiares da vítima ficaram revoltados e mataram o homem a facadas, na manhã desta quarta-feira (18).

Uma moradora da comunidade Boa Esperança contou que já conhecia Bezerra há um bom tempo e que ele parecia ser uma pessoa tranquila, de família e era sempre calado.

Uma outra moradora, de 30 anos que trabalha como agricultora, contou que já conhecia o suspeito há alguns anos e que a família dele é de gente trabalhadora e honesta.

Ela disse ainda que ele não parecia ser uma pessoa violenta e que jamais cometeu qualquer ato que fosse violento para que pudesse levantar alguma suspeita.

Jardineis Oliveira da Silva foi até a casa de sua mãe que fica a pouco mais de uma hora de distância, ela levou sua filha de apenas 6 meses e no meio do caminho mãe e filha foram abordadas por Bezerra.

O suspeito primeiro estuprou a mulher e logo em seguida a matou. O corpo só foi encontrado na última segunda-feira, dia 16, jogado em um rio próximo à comunidade.

A mulher estava amarrada com cordas e algumas pedras que foram usadas para dar peso e assim o corpo permaneceria no fundo do rio. A Polícia informou que o corpo estava aberto e parte das vísceras retirados.

Imediatamente a polícia deu início às busca da bebezinha, a pequena Amanda que só foi encontrada na noite do dia seguinte.

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Polícia

Levando em consideração onde o corpo do bebê foi encontrado, a polícia deduziu que ele carregou o corpo da criança por cerca de uma hora até chegar ao local onde o enterrou.

Rêmulo Diniz, que é o delegado responsável pelo caso revelou que o suspeito contou em depoimento que a criança ficou chorando enquanto ele estuprava a mãe.

Depois que ele matou a bebezinha, foi até um matagal para enterrar o corpo.

O delegado ainda informou que haviam marcas de violência pelo corpo da criança e que haviam sinais de que a cabeça poderia ter sido esmagada.

Agora o Ministério Público do Acre vai investigar para saber o que aconteceu na delegacia, onde populares revoltados mataram o suspeito.

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