Poucos dias após o pedido de #Impeachment ter sido aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, #Dilma Rousseff amarga mais uma derrota: pessoas de todo o país se aglomeram em diferentes cidades para pedir a sua saída.

Nos últimos dias o PT convocou passeatas da CUT e cia para apoiar a presidente, mas o número de militantes envolvidos nas manifestações 'vermelhas' não são nem de perto metade da quantidade de pessoas que pedem a saída de Dilma. São anônimos, políticos e celebridades com bandeiras e cartazes, além de a maior parte das pessoas usarem uma camiseta que representa as cores da bandeira brasileira.

Em alguns lugres as #Manifestação ocorrem desde o início da manhã e outras começaram às 13 horas. Todas as capitais, mais sessenta e três municípios brasileiros participam do ato pró-Impeachment. Vídeos de políticos e famosos foram gravados para apoiar as manifestações, dentre os apoiadores estão os apresentadores Rafinha Bastos e Datena e os cantores Leonardo e Naldo. As manifestações foram aprovadas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sob a condição de que a participação no evento seja de caráter pessoal, não utilizando-se de nome ou representação de partidos.

Uma presidente rejeitada por suas inúmeras falhas

Dilma Rousseff é a presidente com maior índice de rejeição no Brasil, superando Fernando Collor, que passou por um processo de Impeachment no início da década de 90. No decorrer do rito a presidente pode ser afastada por até 180 dias do cargo, retornando apenas após a mesma ser absolvida do Impeachment ou no caso da decisão não ser proferida dentro do prazo de seis meses.

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nessa segunda hipótese, Dilma retorna suas atividades normalmente, porém a decisão final do processo de Impeachment pode ser anunciada à qualquer momento.

Essa semana foi protocolado um pedido de Impeachment contra Michel Temer, o vice presidente da República que deu o que falar após ter uma carta pessoal para Dilma divulgada pela imprensa. No texto Michel mostra diversos pontos que comprovam a sua fidelidade e confiança à presidente e total negligência de Dilma em relação ao vice. Temer também conclui que foi tratado por Dilma como um "vice decorativo"  e que a petista nunca confiou nele e em seu partido e que não será agora que o fará.