O Brasil ganha destaque aparecendo como tema de capa da primeira edição de 2016 da revista britânica The Economist, mas infelizmente não de uma forma positiva e sim pelacrise pela qual o país está passando.

"A queda do Brasil"* é o título da matéria e a publicação traz uma imagem da presidente Dilma Rousseff de cabeça baixa, preocupada. Para entristecer um pouco mais o povo brasileiro, tem ainda um alerta: "Dilma Rousseff e um ano desastroso à frente"*

A matéria traz como principais críticas em relação àadministração da presidente no ano de 2015, o fato de duas agências de classificação de risco terem reduzido a nota do Brasil.

Além dessa, críticas com relação à demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy e é claro o escândalo envolvendo a estatal Petrobras.

"No início de 2016 o Brasil deveria estar com um humor exuberante. O Rio de Janeiro é o anfitrião dos primeiros Jogos Olímpicos da América Latina em agosto, dando aos brasileiros a chance de embarcar no que eles melhor fazem: realizar uma festa realmente espetacular. Ao invés disso, o Brasil encara um desastre político e econômico." *, dessa forma começa a matéria.

A The Economist não poupou críticas ao Governo, uma outra colocação feita foi de que a coalizão de governo do Brasil está desacreditada por causa do grande escândalo de corrupção que foi, e está sendo ainda, o da Petrobras - e que ao mesmo tempo a presidente ainda enfrenta a acusação por ter escondido o tamanho do déficit no orçamento e para completar, ainda encara um processo de impeachment no Congresso.

Ainda é mencionado o fato de que o Brasil deveria estar à altura do grupo o qual integra, o Brics, e que por esse motivo deveria estar à frente do crescimento das economias emergentes.

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O Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e segundo a publicação, o Brasil deveria estar na vanguarda e fazer jus a sua posição no grupo, mas que, indo pelo caminho contrário, tem enfrentado uma forte crise Política e quem sabe até mesmo uma inflação disparada.

A The Economist termina dizendo que somente escolhas difíceis podem fazer com que o país volte aos trilhos e ainda mais: "Neste momento, Dilma não parece ter estômago para elas".

* Em tradução livre.

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