Ações emergenciais foram adotadas pelo governo federal para o enfrentamento e combate ao 'Zika Vírus'. Nessas ações estão envolvidos o exército brasileiro e 17 ministérios. Também virão dois representantes da Agência de Saúde dos EUApara ajudaro governo no combate e também estudo do'vírus zika',que tem como consequência a microcefalia em bebês recém-nascidos.

O anuncio saiu nesta segunda-feira (30) econforme palavras do ministro da saúde, Marcelo Castro, a partir da próxima semana entrará com um plano federal na tentativa de frear o avanço do mosquito'Aedes Aegypti, transmissor da dengue e zika.

Essa ação de combate ao mosquito terá as participações do exército e dos 17 ministérios.

Dois especialistas do Centro de Controle de Doenças (CDC) acompanharão de perto todos os casos de microcefalia que vêm ocorrendo no estado de Pernambuco, onde apresenta o maior número (646).

Foram criados novos centros de operações de emergência da saúde e de informações, segundo Castro, será mais um acompanhamento nos casos de suspeita em todo território.

"Admito que não demos a devida importância no combate ao mosquito,para realmente vencê-lo,por isso ficamos para trás.

Mas agora é pra valer e não mediremos esforços, pois estamos falando de vidas e não só de números". Afirma Castro.

Prefeitos estiveram presentes em uma reunião convocada pelo governador do estado de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), onde fizeram pressão e conseguiram uma promessa do político de reavaliar a portaria 1025, que em 2014 regulamentou o piso salarial dos agentes comunitários para R$ 1.014,00.

Segundo informações do governador, a redução foi de 4.200 agentes, "as prefeituras não tem fundos para pagar os salários, não há dinheiro em caixa".

" AOrganização Mundial de Saúde (OMS), está recebendo informações sobre tudo que ocorre por aqui e tanto nós como vários países, tememos que o vírus se espalhe pelo território", confirma Câmara.

Pernambuco atualmente é o estado com mais casos notificados, por isso receberá plano de emergência no combate à doença.

Cerca de R$ 25 milhões serão destinados para campanhas informativas e aquisição de material.

O exército do nordeste colocou à disposição 25 mil homens e mulheres para prestarem serviço combatendo o mosquito 'Aedes Aegypti".

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