Mais de duas décadas separam o pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor com o possível pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Está sendo formada uma "Comissão Especial" para analisar o pedido que já foi acolhido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e se esta comissão acatar o pedido, muitos dos deputados que votaram contra Collor poderão votar novamente neste novo Impeachment que está sendo preparado.

Miro Teixeira (Rede-RJ) é um dos deputados que chegou a votar para tirar Fernando Collor da presidência do Brasil e agora está envolvido neste novo processo, porém, ele já se posicionou contra o impeachment da presidente Dilma.

Miro garante que são casos completamente diferentes e que Collor foi denunciado primeiramente pelo próprio irmão. E este deputado lembrou ainda que foram rastreadas contas fantasmas utilizadas por Collor que se beneficiou "fartamente da corrupção", o que não é o caso de Dilma.

Benito Gama (PTB-BA) foi presidente da CPMI que preparou o pedido de impeachment de Fernando Collor e esse deputado disse que a Operação Lava Jato pode ser o "Pedro Collor da presidente", alegando que esta operação atingiu o PT e de modo especial Dilma Rousseff.

Gama ainda lembrou que Dilma vive uma situação bem pior do que Collor,que tinha a maioria no Senado e também na Câmara, mas mesmo assim deixou a presidência e tem o fato da atual crise econômica ser muito pior que naquela época.

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FERNANDO COLLOR PODERÁ VOTAR O IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF

Uma grande coincidência poderá acontecer desta vez, pois se a Câmara aprovar o pedido de impeachment, este seguirá para o Senado e então será votado pelo próprio Fernando Collor, que depois de 23 anos, passará de vítima para nome determinante para a retirada ou não de Dilma Rousseff da presidência do Brasil.

Collor perdeu a presidência em 30 de dezembro de 1992 e ainda ficou inelegível por oito anos, sendo que em 2006 ele conseguiu ser eleito como senador pelo estado de Alagoas e em 2014 foi reeleito.

Dilma Rousseff poderá pararjustamente nas mãos de Fernando Collor e ter seu mandato decidido por ele.

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