O acidente da barragem em Mariana (Minas Gerais) repercutiu no mundo e causou indignação a todos. Por conta disso, a ONU (Organização das Nações Unidas) está no Brasil sendo representada por um grupo de trabalho sobre Empresas e Direitos Humanos, que vai inspecionar as mineradoras e o Governo. O objetivo da visita é averiguar o ocorrido em Mariana.

A comissão, que chegou  ao país nesta segunda-feira, 07, já havia marcado a viagem para o Brasil antes mesmo de acontecer o rompimento da barragem, que causou a destruição do distrito de Bento Rodrigues, a morte do Rio Doce e o grave problema ambiental no Espírito Santo.

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A ONU pretende sondar os efeitos que as empresas causam sobre os Direitos Humanos e Mariana é o alvo da averiguação dos técnicos da Organização, devido aos problemas causados pelo rompimento de 'Fundão'. O grupo irá verificar se havia prevenção antes de ocorrer o acidente. O Brasil é a 7ª maior economia do mundo e precisa mostrar que respeita as questões humanas e ambientais.

Os fiscais irão se inteirar dos métodos de prevenção adotados no país nos casos de violação dos Direitos Humanos frente às atividades empresariais.

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Governo

O especialista Pavel Sulyandzga tem grande interesse nesta questão. "A análise cairá sobre o governo e empresas brasileiras, como se comportam com suas obrigações e responsabilidade junto aos direitos humanos. Será que estão seguindo os Princípios Orientados das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos?", questiona Pavel.

A equipe da ONU conversará com autoridades do governo, empresas, organizações sociais e sindicatos. O grupo percorrerá várias capitais do país e deve permanecer no Brasil até o dia 16 deste mês.

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O parecer final será emitido até junho de 2016. A ONU também pretende verificar os projetos dos jogos Olímpicos no Rio.

Essas averiguações são de grande importância, pois devem manter todos a par do caminho a ser tomado no país. A ONU atua para que os Direitos Humanos não sejam burlados. As vítimas em Mariana sofrem com o ocorrido, elas perderam suas casas e até o momento não foram indenizadas. Uma força maior, como a da ONU, ajudará para que se garanta que os direitos destas pessoas sejam cumpridos.

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