Conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde, no último dia 30 de novembro, os casos de microcefaliaaumentaram no Brasil e passaram de 739 para 1.248 ocorrências. Em Minas Gerais, cinco bebês nasceram com a doença e, através de diagnósticos, foi confirmado que dois não possuem ligação com o zika vírus.

Os outros três recém-nascidos estão sob análises da Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais.Os exames para a comprovação da relação entre doença e vírus estão sendo feitos pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED).

Os bebês são de Belo Horizonte, Uberlândia e Congonhas.

A Secretária Municipal de Saúde cita os casos como um alerta para o estado e as maternidades precisam se precaver e seguir um guia de rotina, onde houver suspeita de microcefalia. É necessário realizar exames de rubéola, toxoplasmose e citomegalovírus e tirar amostras para análise da sorologia, dengue, chikungunya e infecção do zika vírus

AÇÕES DE COMBATE À DOENÇA

As medidas de prevenção estão sendo feitas no estado e de acordo com Rodrigo Said (Superintendência de Vigilância Epidemiológica Ambiental e Saúde do Trabalhador), o empenho no combate e providências estão sendo tomadas e colocadas em prática.

São elas:Acompanhamento das gestantes;Combate ao Aedes Aegypt (mosquito transmissor);Pré-natal (com verificação de exames);Aconselhamento sobre o perigo de se consumir bebidas alcoólicas e drogas;Evitar o acesso a pessoas com quadro de febre e infecções e realizar a prevenção contra o mosquito em suas casas.

A conscientização da população é fundamental e cabe a todos seguirem as instruções:Não deixar água nos vasos de plantas;Retirar pneus velhos e lixo dos quintais e terrenos vazios;Manter o ambiente sempre limpo e higienizado é de suma importância;Não deixar caixas de água abertas, pois pode haver proliferação dos mosquitos.

Com a colaboração das pessoas e o trabalho preventivo do Governo, ficará mais eficaz o combate ao transmissor da doença e se evitará o pior.A microcefalia faz com que as pessoas fiquem com a cabeça menor com relação aos outros. Na gestação, o cérebro não se desenvolve o suficiente e nem após o nascimento. De acordo com estudos, não há remédio para a cura e assim quem nasce com a doença permanecerá a vida toda nessa condição.

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