Recentemente, a Presidente Dilma Rousseff (PT) vetou os reajustes nos Programas Sociais, símbolo de do Governo atual, que necessitaria de um reajuste na ordem de 16,6% o que corresponde a inflação de todo período é o que aponta o relatório, publicado no último dia (31) Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO). Conforme apresentação oficial completa, no vídeo abaixo;

Dentre os vários programas, o Bolsa Família atende atualmente por mais de 13 mi de famílias por todo país, que recebem mensalmente um média de R$ 164,00, porém devido aos altos índices de inflação acumulada no período, será necessário um reajuste de 1,1 Bi, para recompor o cenário atual.

Em um ano de ajustes, o governo estuda conseguir formas de aplicar o reajuste necessário, ainda que abaixo dos índices ideais. Por isso, o governo mantém cautela e busca ao menos manter os vários programas existentes e na medida do possível, elevar os valores destinados atualmente. Como medida emergencial, a proposta seria impedir novos ingressos e manter as atuais cadastradas, até que o programa tivesse reajustado os valores necessário.

Segundo o relatório do (LDO), os valores destinados ao programa do Bolsa Família foram de R$ 27,7 para 28,8 Bi, correspondente a um aumento de 3,97 no período de um ano.

Valores necessário para recompor a inflação acumulada entre o período de 2015 a 2016.

Outro fato importante é que o relator do relatório final da (LDO) deputado Ricardo Barros (PP-PR), chegou a propor um corte de 35% no orçamento total destinado ao principal programa bancado pelo governo Dilma, porém a proposta não teve apoio da base e logo foi rejeitada.

“Vou cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família. São cerca de R$ 28 bilhões para o programa. Esse corte é para não ter novos ingressos. Quem sai, não retorna.

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Governo PT

Quem fica, fica. Não vamos tirar ninguém do programa", afirmou o parlamentar na época em outubro do ano passado.

De acordo com o projeto orçamentário para 2016, entregue ao Congresso tem estimativa de déficit (gastos maiores que receitas) de R$ 30,5 bilhões, o que corresponde à 0,5%, do Produto Interno Bruto (PIB) do país e diante deste cenário, o governo terá de encontrar meios que possam atender ao cenário atual das contas públicas, que está bastante comprometido, para este ano, a firma o relatório final.

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