O sargento José Eudes da Silva Monte de 46 anos morreu nesta manhã de quinta-feira (28). O policial estava internado desde terça-feira (26), após ficar ferido gravemente numa tentativa de assalto no ônibus coletivo que faz a linha do Conjunto Ceará/Antônio Bezerra próximo à Avenida Alanis Maria e Avenida D do bairro Conjunto Ceará. O sargento Eudes estava sentado em uma das cadeiras do veiculo e ao seu lado uma mulher suspeita, que tentou sacar uma arma de dentro de uma mochila e o policial reagiu segurando sua mãos.

A mulher não estava sozinha. Havia mais dois homens um em pé e outro sentado que também estavam armados e foram eles quem efetuaram dois disparos contra o sargento Eudes. Eles desceram do coletivo e entraram em umcarro Celta preto, que deu apoio na fuga.

O sargento foi baleado na cabeça e no pescoço e foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do mesmo bairro e depois foi transferido para o hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), onde permaneceu internado em estado grave, até a manhã desta quinta-feira, quando confirmaram sua morte.

Policiais Civis e Militares se reuniram em uma operação conjunta para prender os suspeitos do crime de matar o sargento José Eudes. Nessa operação, a Polícia conseguiu prender três suspeitos e o quarto suspeito à própria mãe acionou a policia para prendê-lo.

A mulher que foi presa é Raquel Rodrigues Lima, 19 anos, que responde por adulteração de veículo. Outro suspeito preso é Carlos Maik Pinto Martins, 24 anos, que responde por homicídio e tráfico de drogas e o outro é Raimundo Nonato Sousa Barroso, 24 anos.

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Polícia

O que dava apoio na fuga no Celta foi preso com o carro na garagem de sua casa, e ele responde por roubo e dois homicídios e o último preso é Cristian Nilton Nascimento da Silva, 20 anos.

O sargento José Eudes da Silva Monte era homem de família e dedicado e servia à Corporação Militar há 25 anos, casado há 20 e pai de dois filhos e nunca teve problemas com a Justiça.

De acordo com o delegado Breno Fontenele, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP),os suspeitos vão responder por associação criminosa e latrocínio com pena de 30 anos de prisão ou mais.

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