Estamos em meio a uma guerra, primeiro contra o Aedes Aegypti, agora descobrimos que o Larvicida Pyriproxyfen, o componente químico utilizado na água da população brasileira, para o combate do Aedes Aegypti, justamente esse produto, recomendado pelo Ministério da Saúde, pode ser a ligação entre a Microcefalia.

Entenda o caso

Em estudos, pesquisadores da Argentina levantaram uma hipótese informando que o produto depositado pelos agentes de saúde em vasos sanitários, recipientes com plantas nas residências, comércios, escolas dente outros, utilizado para o combate do mosquito Aedes Aegypti, responsável pelo vírus da Denque, Chikungunya e Zika Virus pode estar associado à Microcefalia.

Vejam quais são essas substâncias:

  1. Larvicida Componente químico

Sua produção é feita pela multinacional Monsanto, em parceiria com a Sumitomo Chemical, localizada nos Estados Unidos da América (EUA). Esse produto é destinado aos tanques de água potável, em regiões que não contam com saneamento básico. Atualmente, o Nordeste ainda sofre com essa deficiência, e por coincidência, também foi o local com maiores incidências em casos de Microcefalia, originados a partir de 2014, justamente quando iniciou a utilização desse componente químico.

  1. Pyriproxyfen Componente químico

Em anos anteriores era usado para o domínio e combate do mosquito outra substância chamada Temephos, devido a sua ineficácia ao cumprimento da sua função, ou seja, não demonstrou eficiência para o Aedes Aegypti, então, o Pyriproxyfen, passou a ser o elemento utilizado em conjunto com o Larcicida, até o presente momento.

Insegurança

  1. Foi divulgado pelos pesquisadores argentinos, um relatório questionando a simultaneidades de epidemia da Zika Virus, em diversos países distintos e não constatou-se nenhum diagnostico congênitos em recém-nascidos.
  2. Outro fator importante, até o momento sem explicação, é a quantidade de mulheres grávidas na Colômbia, ou seja, 3 mil gestantes infectadas com o vírus da Zika e nenhuma com registro da Microcefalia.
  3. No mesmo relatório consta que foram encontrados recém-nascidos com Microcefalia, em locais que grávidas residem e o Pyriproxyfen foi introduzido na água potável.

Na atual conjuntura, o Governo do Rio Grande do Sul, já determinou a partir do dia 13 de fevereiro, a suspendeu imediata da utilização do componente larvicida Pyriproxyfen em água para o consumo humano.

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Governo Federal não pode fica omisso

Como será explicado esse diagnóstico? Mesmo os fabricantes alegando que não há fundamento concreto, embasamento científico nas pesquisas, a situação não transmite segurança. O Governo Federal, tendo aprovado a utilização do componente através da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que estabelece o uso do periódico do inseticida-larvicida para o controle e prevenção do mosquito Aedes Aegypti em suas campanhas de saúde pública, deve se posicionar com relação ao assunto.

Afinal, algo está acontecendo e nós cidadãos brasileiros merecemos respeito, explicações e atenção, principalmente, para com as gestantes e os recém-nascidos!

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