A LB Agência está passando por uma saia justa nas redes sociais. Tudo começou quando um anúncio foi publicado. Na divulgação em busca de modelos pluz size, que a empresa afirma ser para um cliente, a exigência era clara, as candidatas precisavam ter a “pele branca”. O assunto logo correu pela rede e muitas pessoas saíram contra a declaração e outros se manifestaram a favor, com o argumento de que a agência é livre para contratar quem desejar.

O post que gerou a polêmica foi apagado pela empresa, assim que o manifesto começou a ganhar força. Em seguida, publicaram uma nota pedindo desculpa pelo ocorrido: "Nunca foi essa nossa intenção”. O responsáveis ainda destacaram que “[...] Os perfis postados sempre foram de exigência das marcas contratantes e não uma escolha dos profissionais da agência[...].

Mesmo tentando remediar o fato, muitos internautas não se deram por satisfeitos.

Uma mulher chegou a dizer: “Vcs não possuem um departamento jurídico não? Atirou no pé hein, crime caracterizado”. A indignação tomou conta da “fanpage” da LB Agência, porém, nem todos consideraram o ato discriminatório, um usuário destacou o seguinte: “Vocês e suas representadas contratam quem bem quiserem, a empresa é de vocês”.

Em virtude dessa movimentação, outros posts também chegaram a ser analisados pelos internautas que não curtiram muito a forma como os anúncios foram disseminados.

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Uma das participantes descreveu: "Corpo fitness", "corpo saudável" , "panicat", "bonita/linda de rosto". E depois vem pedir desculpa muito mal dadas. Me poupe”. Uma delas destacou a falta de comunicação eficaz da empresa, frente às redes sociais e sugeriu: “...Contratem um PROFISSIONAL para dar um jeito nisso aí”.

O que diz a lei

Um texto publicado no site do Conselho Nacional de Justiça, em 2015, destaca as diferenças entre a injúria racial e o racismo, com base no Art.

7º, do Código Penal. De acordo com o material, "o crime de racismo atinge uma coletividade indeterminada de indivíduos, discriminando toda a integralidade de uma raça". Ainda que no ‘mundo da Moda’ essa prática seja comum, segundo o texto da lei é vedada a “proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil.

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