A ex-ativista feminista, Sara Winter, participava do grupo Femen e era a líder do grupo originário da Ucrânia que tem representantes no Brasil. No entanto, após fazer muitos protestos contra o ‘machismo’ e a suposta sociedade ‘patriarcal’, a moça largou o movimento alegando que a ideologia do Femen havia perdido o sentido para ela. Segundo Sara, ela resolveu recomeçar a vida porque estava desiludida com o feminismo, a moça diz que esse grupo que defendeu é um dos mais intolerantes e sem sentido que existem.

Sara, que agora pensa em entrar para política para defender os direitos da mulher de forma mais ‘inteligente’, diz que o feminismo brasileiro ‘obriga’ as integrantes a cometer atos que vão de encontro à própria natureza feminina: “Há pressão para o uso de drogas – conta a moça ao portal G1 – [...] Você tem que ser a favor das drogas,”, confessou a moça. Ela ainda segue dizendo que muitas participantes que vão fazer protestos nas ruas, muitas vezes, estão drogadas.

Com relação a Relacionamento íntimo, Sara diz que as feministas defendem que as integrantes do grupo façam atos libidinosos, não somente com uma pessoa, (monogamia), mas sim, em grupos: “[...] ideologia que leva as pessoas a se relacionarem com muitas outras pessoas ao mesmo tempo [...]”, revelou. De acordo com Sara, essa situação a deixou bastante chocada e ela se sentia praticamente em uma ‘prisão’, sendo forçada a fazer o que não queria, somente para defender uma ideologia, um movimento chamado feminismo.

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Quando Sara foi perguntada sobre o porquê que o Femen consegue atrair tantas mulheres para integrar o grupo, a loira contou que: “[..] Eu defino o movimento como ódio, histeria, mentira e sedução.”, disse. A moça contou que o Femen utiliza de eficientes maneiras em forma de propagandas enganosas que atraem e instigam as mulheres a se revoltarem contra os homens e a sociedade ‘machista’.

Sara conta que, no início, achou o movimento muito interessante e bonito, no entanto, com o passar do tempo, ela se assustou porque a ideologia, repleta de propaganda,não tem nada a ver com o que as pessoas esperam.

Ela conta que as feministas não aceitam e nem toleram as mulheres que não seguem as outras mulheres, que não são partidárias da esquerda no Brasil.

Sara, hoje, temum filho, chamado Hector Valentin, de 6 meses e mora na cidade de São Carlos, em São Paulo. Ela diz que, atualmente, teme a Deus e é contra o aborto e afirma que existem outras maneiras menos agressivas e mais coerentes de lutar pelos direitos da mulher no Brasil.

Ela ainda diz que, na verdade, o amor familiar, a maternidade, o respeito e o entendimento mútuo entre o casal é mais coerente.

A reportagem do G1 procurou três movimentos feministas e fez algumas perguntas relacionadas ao que Sara contou, e a liderança dos grupos afirmou que não é isso que acontece no movimento.

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