O Vice-Presidente da República, Michel Temer, (PMDB), já está na mesa para debater como será o seu provável governo, no comando do país. Nomes, acordos e ações estariam sendo debatidos pelo pmdebista e alguns aliados, inclusive muita gente que atualmente faz parte da Direita Política no Brasil. Na Câmara, Dilma já sofreu uma grande derrota, causada pelo fato de que os opositores ganharam a maioria das vagas que vão analisar o processo de Impeachment.

De acordo com o jornal A Folha de São Paulo, partidos de direita como o PSDB, PPS e também o DEM passaram a entrar em contato com os ‘cabeças’ do PMDB e também com Temer, afirmando que estão prontos para dar suporte ao futuro presidente, depois que a atual presidente cair. A oposição ao Governo Federal, inclusive, já tem documentado todas as ações e suporte que farão e darão a Michel Temer.

Com relação ao PSDB, comandado por Aécio Neves, senador por Minas Gerais, o partido diz que existem algumas ‘demandas’ que, em acordo com o novo presidente e sua equipe, deverão ser cumpridas, após o provável Impeachment da presidente Dilma e consequente saída dos petistas do poder.

O que os pesdbistas pedem é que Temer siga algumas propostas do partido, e, também, tenha o PSDB como um dos carros-chefes do seu eventual futuro governo.

Em troca disso, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, junto do senador José Serra, de São Paulo, além do próprio Aécio Neves, deverão ser considerados os ‘caciques’ que darão total suporte e sustentação ao governo do PMDB. Os três já teriam prometido que ‘vão trabalhar duro’ para que o país enfrente e saia da crise econômica, política e institucional que atualmente se encontra.

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Michel Temer PSDB

Após ser procurado pela ‘Folha de São Paulo’, Aécio Neves fez declarações incisivas: “O PSDB terá grandeza e responsabilidade”, prometeu o senador. “O processo, - Impeachment – agora é inexorável.”, afirmou Aécio. O político disse também que o PSDB não está em busca de cargos, mas sim, em busca de uma agenda: “[...] Estamos dispostos a conversar em torno de uma agenda, não de cargos.”, confessou.

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