Uma publicação do professor Claudemiro Soares causou alvoroço nas redes sociais. O professor especializado em saúde, ciências políticas e ciências públicas, divulgou pelo Facebook e Twitter um novo assunto referente a seu curso. O tema do curso refere-se à Cura Gay e recebeu inúmeras críticas e comentários contrários a tal prática. Muitos simpatizantes de movimentos de gays e lésbicas pelo Brasil afora acreditam que este curso não passa de uma atitude homofóbica ligada ao preconceito e proíbe o direito que uma pessoa tem em expressar publicamente.

Ciente das publicações do professor Soares, o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), abriu uma investigação para apurar os fatos.

Durante a divulgação do curso o Ministério Publico é visto como entidade que funcionaria como uma''chancela'' para quem optar em deixar de ser homossexual. O professor Soares não se intimida em afirmar que já foi gay há 18 anos, após passar por um período difícil na adolescência.

Após tornar-se adulto, resolveu virar heterossexual por força de vontade e aceitar-se a si mesmo do jeito que veio ao mundo. Segundo o professor o curso intensivo estabelece a cura gay, suas aulas são direcionadas as famílias e educadores, com a ajuda de estudos científicos de da bíblia.

Na última quinta-feira (25), os procuradores do Ministério Público do Distrito Federal resolveram iniciar um processo de investigação em cima do suposto ensinamento do professor Soares e suas doutrinas praticadas.

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Curiosidades

Um núcleo de combate a discriminação racial e homossexual do (MPDFT) afirma que não chancelou e/ou analisou o curso denominado, ''Homossexualismo: Prevenção e Cura'', de co-autoria do professor Claudemiro Soares. Em nota o (MPDFT), afirma que não aprova qualquer ação ou movimento que favoreça divulgação de comentários racistas ou publicações preconceituosas contra negros e homossexuais entre outros.

Nas redes sociais internautas de todo Brasil, também não deixaram passar em branco o polêmico curso. Inúmeros memes surgiram no Facebook, Twitter e Whatsapp, chacoteando o cartaz do curso e ridicularizando as ideias de um ''ex-gay''. No Facebook também surgiram inúmeros comentários opostos a publicação do curso. O alvoroço foi tão grande que a publicação teve que ser retirada do ar.

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