Os Líderes do Partido dos Trabalhadores e os que trabalham no governo, mais especificamente no Congresso Nacional, disseram que não estão com medo do tamanho das passeatas que acontecem neste domingo, 13, pedindo o impeachment da atual presidenta Dilma Rousseff. Os congressistas afirmam que não estão surpresos com os atos e que tudo tem que ser tratado com naturalidade, conta Afonso Florence, que é líder do PT, na Câmara dos Deputados.

Os atos públicos contra o governo e a crise que se alastra pela economia estão acontecendo durante todo o domingo, em diversos estados do país.

Alguns municípios chegam a contabilizar o montante de 100 mil pessoas nos protestos.

Florence comentou que o governo está observando tudo de forma tranquila. Os opositores estão usando os manifestos para tentar dar um golpe. O que está acontecendo é parecido com as passeatas do ano de 2015. Mas a diferença é que a oposição está botando a cara na rua e assumindo a liderança dos manifestantes.

Já José Guimarães, do PT Ceará, que é um dos líderes do governo na Câmara, relatou que tem nenhuma surpresa nos atos públicos deste dia.

Para ele, o que está acontecendo é um fortalecimento da democracia. É normal o povo sair para se manifestar e conquistar suas reivindicações, avalia Guimarães. Ele, Guimarães, ressalta ainda que a passividade nas marchas mostra que jamais o PT iria usar de atos violentos para confrontar os oposicionistas. O PT respeita o ato democrático e quem ser respeitados também, conclui o deputado.

O Senador Paulo Rocha, que é líder do Partidos dos Trabalhadores no Senado, disse que o envolvimento de tanta gente nos manifestos é reflexo da última etapa da Operação Lava Jato, que envolveu o ex presidente do Brasil, Lula.

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Política

Rocha comenta que já era esperada essa multidão de pessoas nas ruas, depois do ocorrido com Lula. Ressaltou ainda que a proporção tomada pelos manifestantes não irá ditar um clima de tensão na Política. Ainda é necessário aguardar as manifestações que irão defender Dilma e PT que serão realizadas no dia 18.

O Palácio do Planalto ainda não se pronunciou sobre os atos públicos deste domingo, 13.

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