De acordo com informações da jornalista Vera Magalhães do site da revista Veja em nota publicada nesta quinta-feira, 18, procuradores que atuam na investigação da operação Lava-Jato no Ministério Público Federal (MPF) deram risada quando leram os argumentos que sustentam o pedido feito pela defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para tentar afastar o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima das investigações contra o petista e sua família. Os argumentos são de que o procurador teria feito juízo de valores, o que poderia atrapalhar a apuração contra o ex-presidente, além de dar entrevistas à mídia que soariam como previsão do que aconteceria na operação. 

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu a um dos pedidos dos advogados de #Lula, que queriam que a coordenação investigativa contra o petista saísse das mãos do juiz federal Sérgio Moro.

Mesmo perdendo o foro privilegiado com o cancelamento de sua posse como Ministro da Casa Civil, Lula é tratado pela mais alta corte do país como se tivesse um cargo que daria a ele uma espécie de investigação diferenciada. Isso porque agora os passos da Polícia Federal só ocorrem após autorização do STF. Isso gerou muitas críticas da oposição. Na última semana, o STF adiou ainda a questão da perda do Ministério da Casa Civil por Lula. O novo julgamento acontecerá em nova data, que ainda não foi agendada.

Como o adiamento, o mais provável é que o ex-presidente realmente não assuma mais o Ministério, mesmo que receba o aval do Supremo Tribunal Federal. Isso porque ele havia sido nomeado por Dilma para ficar no cargo e ela responde a um processo de #Impeachment que já está em fase avançada.

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No dia 11 de maio, por exemplo, os Senadores farão uma votação que definirá se ela será ou não afastada. Caso o afastamento seja permitido, Dilma terá 20 dias para se defender e o Senado outros 180 dias para dizer se ela será ou não deposta. Para a deposição, também existe uma votação. Essa é válida para a deposição, caso 54 Senadores sejam a favor dessa questão.  #Dilma Rousseff