A decisão foi tomada e divulgada nessa quinta-feira, 8, e segue a mesma linha de jornalismo de 1992, quando o presidente daquela época, Fernando Collor, passava por um processo de Impeachment.

Não é só a TV Globo que deve ficar de olho na votação do impeachment de Dilma Rousseff, mas também a imprensa internacional. O caos político vivenciado pelo brasileiro tem ganhado repercussão internacional e a Lava Jato é vista como o maior escândalo de corrupção do mundo, tanto em número de envolvidos, quanto em valores, que ultrapassam a casa R$42 bilhões.

As demais emissoras da TV aberta, bem como da TV a cabo, como Record News, Band News e Globo News, devem engrossar a cobertura do evento político decisivo, seja com flashes durante sua programação ou transmissão constante.

Sites de notícias também devem fazer a cobertura ao vivo, como é o caso do Blasting News Brasil. Além disso, emissoras de rádio e programas com transmissão ao vivo pela internet devem citar os mínimos detalhes da votação, a fim de que nenhum brasileiro, esteja ele em casa, no trabalho, em lazer ou em manifestações nas ruas, perca esse momento tão importante.

O que acontece se a Câmara aprovar o impeachment?

Em caso de aprovação, Dilma ainda não sofre o impeachment, mas é afastada de suas atividades como presidente e Michel Temer assume em seu lugar. Em seguida, o processo do impeachment é enviado ao Congresso Nacional, que da mesma forma deverá apreciá-lo e realizar uma votação.

No caso de aprovação do impeachment também pelo Senado, este segue para decisão final do STF. De acordo com a lei em vigor no país, o político que sofre o processo do impeachment deve ficar afastado até, no máximo, 180 dias.

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Caso não ocorra uma decisão sobre o caso dentro desse período, o político afastado retorna ao cargo normalmente, entretanto, a decisão pode ser proferida a qualquer momento.

No caso do atual cenário político do Brasil, é provável que a decisão, seja ela positiva ou negativa, seja feita em pouco tempo, a fim de fazer o possível para não deixar o Brasil mais instável do que já está.

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, informou que se o pedido de impeachment não for aprovado, o mesmo aceitará os demais pedidos que estão na Casa, totalizando nove deles.

Dilma, por sua vez, teria ameaçado ir ao STF barrar o impeachment caso Eduardo cumprisse com o prometido.

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