Como a crise no Brasil não dá sinais de melhora e os últimos acontecimentos só fizeram com que a situação se agravasse ainda mais,o número de desempregados no país só vem aumentando e agora já chegou a dois dígitos: 10,2% no trimestre fechado em fevereiro. Este resultado é o pior de toda a história desde o início da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua feita pelo IBGE.

Hoje já são mais de 10,371 milhões de desempregados, um aumento acima de 40% em menos de um ano. Há vários fatores contribuindo para o aumento do número de pessoas que perderam o emprego, mas a principal é a crise política que consequentemente atinge a economia como um todo.

O forte Desemprego no país já vinha sendo registrado bem antes de se falar em impeachment e se já estava difícil para as empresas manterem seus funcionários, agora é que elas terão ainda mais desafios a serem superados, pois a impressão que se tem é que os políticos estão totalmente voltados para a questão de manter ou não Dilma Rousseff no poder.

Enquanto isso, demais problemas no país parecem ter sido esquecidos e a demissão é a forma encontrada pelos empregadores para cortarem custos e tentarem assim manter a empresa aberta até que a crise dê sinais de que vai passar.

Analistas da área estão prevendo uma piora no mercado de trabalho até o fim deste ano, ou seja, o número de desempregados baterá recorde.

Somente para 2017 espera-se que haja uma estabilização e as demissões sejam contidas, entretanto, ninguém fala em geração de novos empregos em massa, pois isto só poderia acontecer em 2018 e mesmo assim, dependendo do quanto antes o Brasil consiga resolver suas pendências atuais e volte a trabalhar para conseguir melhorar a situação. Dessa forma, os investimentos podem ser realizados, a inflação ser contida e o consumidor poderá voltar a fazer suas compras.

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Vagas Governo

Esta seria a mola para fazer gerar a economia, que aumentaria a produção e assim as Vagas de emprego apareceriam novamente.

E as más notícias não param por aí, pois a expectativa é que o pico da crise do desemprego ainda está por vir e será no segundo semestre deste ano, quando poderá chegar a 11,1%. Mesmo sendo o fim de ano um período de geração de vagas, a tendência é que este ano seja um dos piores para quem está à procura de um emprego e também para aqueles que estão trabalhando, mas deverão ser cortados das empresas, indústrias e comércio de um modo geral.

E aqueles trabalhadores que continuarem empregados verão seus rendimentos sofrendo perdas reais com a inflação e aumento dos impostos. Com isto, eles vão reduzir as compras, o comércio continuará enfrentando queda na vendas e as indústrias produzindo cada vez menos, o que resulta em novas demissões.

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