O câncer está, infelizmente, cada vez mais presente na vida das pessoas. Estima-se que, muito em breve, cerca de 80% da população sofra de algum tipo de câncer. Abusca pela cura está movendo mundos e fundos, desde médicos a investigadores da saúde, a fim de descobriremuma fórmula mágica que acabe de vez com essa maldita doença.

Já existem, sim, alguns tratamentos que são bastante eficazes contra o câncer. Tradicionalmente as técnicas mais utilizadas são a cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Mas, recentemente, surgiu um novo medicamento, apelidado de "pílula do câncer", que ganhou atenção em todo o Brasil.

A nova substância, também chamada de fosfoetanolamina sintética, foi desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP). Segundo a UOL, opesquisador responsável pela criação da "pílula do câncer" afirma que ela atua nos mais diversos tipos de câncer.

Apesar devárias sociedades médicas e investigadores sugerirama DilmaRousseff o veto integral do projeto como principal argumento que essa substância poderia representar uma ameaça à saúde dos doentes diagnosticados com neoplasia maligna, a presidente não levou em consideração esses pareceres técnicos.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14), e permitirá o uso voluntário da fosfoetanolamina sintéticadesde que os pacientes assinem um termo de responsabilidade e comprovem o diagnóstico da doença.

O fato de a lei o uso da substância, assim como a produção, distribuição e prescrição, não poderá ser ignorado os outros tratamentos já referidos anteriormente como métodos para a "cura" dos doentes.

Principal preocupação do uso da fosfoetanolamina em humanos

Apesar da "pílula do câncer" já estar em circulação há mais de 20 anos, a substânciaainda não foi alvo de testes científicos em humanos deforma a comprovar a sua eficácia contra a doença, ou segurança.

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Política

"Não sabemos se é tóxico, se interfere no tratamento tradicional. Estamos no escuro", afirmou o oncologista Auro Del Giglio, do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer.

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