A presidente Dilma Roussef e seu companheiro de partido e mentor Luis Inácio Lula da Silva, vão sair as ruas neste sábado, junto com os manifestantes contra o "golpe" que estão em Brasília.

Segundo o portal de notícias R7, neste sábado (15), a presidente Dilma e Lula vão até o ginásio Nilson Mendes, encontrar com integrantes de vários movimentos sociais, que estão acampados no local.

Não vai ter "golpe"

A presidente Dilma Roussef, confirmou presença, neste sábado às 10h, em um ato contra o impeachment.

De acordo com o Planalto, o ex-presidente Lula, vai acompanhá-la, até o ginásio Nilson Mendes, onde estão acampados integrantes de muitos movimentos sociais, que chegaram em Brasília, já há vários dias, protestando, segundo eles, contra o "golpe".

A visita da presidente será em agradecimento ao apoio recebido destas entidades, que vieram de todo o Brasil, para manifestarem seu apoio a Dilma.

Militantes contra o "golpe"

Os assessores da presidente, afirmaram que a visita de Dilma e Lula além de demonstrar a gratidão e reconhecimento da luta da militância contra o "golpe", serve também para dar um gás nas manifestações nesta reta final.

Afinal, depois de tantas notícias desanimadoras, indicando que o governo, talvez não consigaimpedir o afastamento da presidente no próximo domingo (17), quando acontece a votação do processo de impeachment, é preciso dar uma injeção de ânimo aos manifestantes, para que eles continuem a protestar contra o "golpe.

Em outras palavras, Dilma e Lula pretendem incendiar a militância, para que a onda negativa que assola o governo, não atinja os militantes.

Esplanda ficará fechada por três dias

A Esplanda dos Ministérios ficará fechada desde a madrugada desta sexta-feira (15), até a noite de domingo (17), não haverá trânsito na região, afim de garantir a segurança dos manisfestantes pro e contra o impeachment.

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Política

Medidas de segurança vêm sendo tomadas para evitar o confronto entre os que apoiam o governo e aqueles que são favor do afastamento da presidente.

O governo do DF, determinou que a área em frente ao Congresso Nacional, fique totalmente isolada e restrita apenas para policiais, bombeiros e militares da Força Nacional.

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