Quase na prorrogação do segundo tempo, pessoas contra o Impeachment tentam de todas as formas impedir a votação ou ‘negociar’ votos com os deputados da Casa. Com dificuldades para conquistar tanta gente em pouco tempo, ligações ‘misteriosas’ foram feitas ao deputado e presidente da câmara, Eduardo Cunha’, o ameaçando por permitir a votação do ‘golpe’.

‘Golpe’, esse foi o nome dado por Dilma, Lula e o PT após a aceitação do pedido do impeachment por Eduardo Cunha no ano passado. Logo, essa palavra caiu na boca dos militantes do exército vermelho de todo o Brasil e acabou chegando a imprensa internacional, que ainda se sente confusa na hora de noticiar o caos político que ocorre no Brasil.

Em uma ‘guerra contra o golpe’, petistas dedicaram a semana a usar as últimas cartas na manga contra o impeachment: negociações de cargos políticos, ‘negociações misteriosas’ com deputados, alerta de ameaça terrorista do estado islâmico, terror psicológico contra os pobres que dependem do Bolsa Família e outros programas sociais e ameaças de protestos violentos por parte de mais de 60 organizações sociais e sindicais.

Logo, a tensão da corrida esquerdista atingiu Eduardo Cunha, que ao ser ameaçado, precisou reforçar a segurança de seus familiares, bem como a sua própria.

E se fosse verdade e atacassem Cunha?

Se hipoteticamente esquerdistas cometessem o erro de tentar parar o impeachment com a força dos braços (ou das armas e facões), o mesmo seria frustrado. O máximo que poderia acontecer é a votação ser adiada, mas um ato violento contra um parlamentar por questões políticas, seja ele consumado ou tentado, motivaria ainda mais a oposição a obter o impeachment e ainda poderia conquistar aqueles que estão indecisos ou que não se pronunciaram quanto ao seu voto.

Cunha tem poder para decidir o impeachment?

Nenhum parlamentar possui autonomia para decidir sozinho o impeachment de Dilma Rousseff ou de qualquer outro presidente.

Vai ficar por fora de assuntos como este?
Clique no botão abaixo para se manter atualizado sobre as notícias que você não pode perder, assim que elas acontecem.
Lula Política

Cunha aceitou o pedido, pois essa é uma função outorgada ao presidente da câmara, mas a decisão deve ser democrática e totalizar pelo menos 342 votos a favor.

Sendo aprovada, a decisão vai para o senado e somente se for aprovada lá, pela maioria dos votos, que o processo segue para o STF, que verifica se todas as formalidades foram cumpridas e dá validade à decisão da maioria dos deputados e senadores.

Logo, ameaçar Eduardo para parar o impeachment pode possuir o efeito contrário: aumentar o número de parlamentares dispostos à acabarem com esse clima de terror e iniciarem um novo e difícil recomeço político, afinal, recuperar o país diante das condições atuais levará um significativo tempo.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo