O Brasil acordou com a notícia de que Dilma Rousseff, orientada por seu 'tutor' político, Lula, está discutindo decretar o estado de defesa como última carta na manga contra os movimentos pró-impeachment, que inclui políticos e população.

O que muita gente desejava como solução para tirar os corruptos do poder, neste caso, tornaria-se uma 'intervenção às avessas', a fim de que as Forças Armadas fiquem à serviço do governo nas ruas, cerceando a liberdade de expressão e ação de movimentos democráticos, como manifestações pró-Impeachment, movimentos democráticos como o MBL (Movimento Brasil Livre) e semelhantes, bem como impedir o impeachment.

O governo usaria à seu favor o argumento de que estariam evitando um 'golpe', justificando assim um eventual e verdadeiro golpe por parte dos petistas.

A informação foi amplamente divulgada em primeira mão pela revista 'Veja' e repercutida por jornalistas conceituados da imprensa escrita e falada no Brasil, comoJoice Hasselmann.

O que acontece?

Dentre outras coisas, apopulação perderia direitos fundamentais que incluem a limitação do direito a liberdade de ir e vir e da privacidade, ambos fundamentais ao cidadão brasileiro e estrangeiro residente no país e amparados pela Carta Magna.

Se essa ideia se concretizar, o governo, liderado por Dilma e Lula, alegaria também em sua defesa que estão cumprindo uma previsão constitucional, uma vez que a intervenção das forças armadas durante o estado de defesa está previsto na Constituição. Entretanto, isso não seria seguido à risca e novas 'regras' poderiam ser 'criadas' pelo governo.

A possibilidade de estado de defesa pautado pelo artigo 136 da CF, determina que o presidente pode decretá-lo para "preservar ou restabelecer, em locais determinados e restritos, a ordem ou paz social que estejam ameaçadas por uma grave ou iminente (algo como certo, como o impeachment, pois isso que deve ser alegado conforme divulgações dessa manhã) instabilidade institucional ou calamidades de grandes proporções".

Isso é possível?

Nas atuais circunstâncias e com base na decadência do Partido dos Trabalhadores, que perdeu seus principais aliados, o mais provável é que não aconteça, pois a decisão não é direta da presidente, mas deve passar pelo Congresso Nacional e lá, a maior parte dos senadores votam pelo impeachment de Dilma e até mesmo seu aliado, Renan Calheiros, anunciou que não trabalharia para barrar o seu impeachment.

Vai ficar por fora de assuntos como este?
Clique no botão abaixo para se manter atualizado sobre as notícias que você não pode perder, assim que elas acontecem.
Lula Política

De tal forma, o estado de defesa, se seguir a regra determinada em lei, seria barrado no Congresso. Mas se, hipoteticamente, alguma coisa for feita, seguindo-se preceitos legais ou não;as forças armadas não obedeceriam Dilma e a situação do Brasil tornaria-se ainda pior.

Embora pouco provável, o governo pensa nessa possibilidade e tem trabalhado nela, pois conseguem enxergar uma luz no fim do túnel ou simplesmente podem 'ganhar tempo'.

E você, o que acha dessa nova jogada contra o impeachment? Acha que daria certo? Opine com um comentário.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo