Diante de um cenário político-social tão conturbado e questionável que o Brasil vive principalmente depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff e subida ao poder do interino Michel Temer, o que para parte da população brasileira é um golpe de Estado e para outros, combate a corrupção, o país irá acabar recebendo o norte-americano Peter Michael McKinley.

Mas quem é esse tal de McKinley? Ele será o novo embaixadordos Estados Unidos da América no maior país da América Latina, que como já dito, está mergulhado em um contexto de profunda incerteza acerca do seu futuro político e diante do seu importante papel no cenário mundial.

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, havia indicado a Peter McKinley para vir representar o governo norte-americano no Brasil em 25 de maio, quarta-feira, e nesse mesmo dia a noite, o Itamaraty não perdeu tempo ao homologar pela aceitação de McKinley no importante cargo de embaixador.

Peter atualmente é o principal representante dos Estados Unidos no distante e belicoso Afeganistão e irá ocupar o lugar de Liliana Ayalde, a qual desde outubro de 2014 tem sido a embaixadora dos EUA no Brasil, morando na cidade de Brasília.

Para que de fato a indicação se concretize na prática, o Senado norte-americano deve responder que homologa a nomeação de Peter McKinley para representar o país nos Brasil.

McKinley tem experiência quando o assunto é América do Sul, pois ele mesmo já atuou no mesmo cargo em países como o Peru e a Colômbia, antes de ser enviado em janeiro de 2015 ao Afeganistão.

Uma leve referência biográfica do embaixador revela que McKinley é filho de pai e mãe americanos, mas nasceu, como que por ironia, na Venezuela, uma ferrenha opositora da Política global norte-americana no mundo.

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Peter é formado no Reino Unido, mais especificamente na famosa universidade de Oxford, em Estudos Latino-Americanos.

O que se pode esperar da relação dos EUA com o Brasil por meio do embaixador Peter McKinley ainda é um tanto indefinido, mas fato é que a aceitação desse alto representante norte-americano pelo governo interino de Temer aconteceu de modo muito rápido. Será que é só mais uma coincidência diplomática ou existe interesses de terceiros envolvidos?

O futuro responderá a todos.

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