Esta semana nunca mais será esquecida por nenhum brasileiro. Isso porque o caso da jovem que foi estuprada brutalmente por mais de 30 homens em uma comunidade da Zona Oestecarioca chocou a internet e muitas pessoas que acompanharam a história durante os últimos dias. A menina, que preferiu não ser identificada e também seguiu a mesma recomendação da Delegacia de Crimes de Informática, deu seu depoimento aos oficiais e também escreveu nas redes sociais uma mensagem se dizendo aliviada por saber que não seria "julgada mal".

Após o corpo delito ter sido feito no Hospital Souza Aguiar, localizado no Rio de Janeiro,a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) disse à imprensa como classifica o caso. A OAB disse que considera o crime uma "barbárie" e que esse tipo de ato demonstra que a cultura machista ainda existe forte e em pleno século XXI.

Ainda segundo a entidade, "o estupro coletivo com requintes de crueldade perpetua a humilhação expondo, nas redes sociais, a dor da vítima", descreve o texto.

Por conta disso, a OAB-RJ fez questão de divulgar os rostos de mais dois suspeitos que foram identificados como culpados de estuprara jovem moradora da região. Até o momento, quatro envolvidos no crime já tiveram prisão decretada pela Justiça. Entre eles está Lucas Perdomo Duarte dos Santos, 19 anos. O jovem era colega da moça e mora na Praça Seca.

Como ocorreu o estupro coletivo

Em entrevista para a revista "Veja", a adolescente de apenas 16 anos e mãe de uma criança de três, falou que foi para a casa do rapaz no sábado, dia 21.

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Polícia

Contudo, acordou em outro local, machucada e sem entender bem o que acontecia. Estava no Morro do Barrão, localizado na Zona Oeste da cidade. Ela não sabe como foi parar lá e após ser abusada por 33 homens armados com pistolas e fuzis, foi socorrida horas depois por um agente comunitário.

A avó da moça, que teve acesso ao vídeo depois dele ter viralizado na internet, falou com a rádio CBN. A idosa se disse chocada e chorou ao notar o que tinham feito com sua neta.

Após o ocorrido, os criminosos receberam inúmeras ameaças de morte e circula atualmente por alguns grupos de Whatsapp imagens de um homem degolado, que pode ser um dos membros do estupro coletivo. A informação ainda não foi confirmada pelas autoridades.

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