O vídeo de estupro coletivo,praticado por mais de 30 homens contra uma adolescente de apenas 16 anos, no Rio de Janeiro, multiplica-se de forma vertiginosa em sites de conteúdo pornográfico e erótico, direcionados a adultos.

Em uma rápida pesquisa por sites especializados no gênero, é fácil encontrar o vídeo da jovemsendo barbaramente abusadapor um grupo de rapazes, enquanto permanece inconsciente.

O crime foi cometido por um grupo de jovens e traficantes do Morro do Barão, no Praça Seca, região localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Nas imagens, a jovem aparece deitada completamente nua em uma cama. A adolescente está inconsciente e é molestada por vários rapazes, que se exibem e fazem careta para a câmera. Os suspeitos ainda gritam frases que insinuam que a garota teria sido violentada por mais de 30 homens da comunidade.

Enquanto na internet e nos mecanismos de busca convencionais, o controle do vídeo do abuso sexualé rigoroso, podendo gerar pena de prisão de até 8 anos para os autores da divulgação das imagens, nos sites eróticos,esse tipo de fiscalização é mais difícil, tornando-se quase impossível, uma vez que a maioria dos servidores que hospedam esses sites de vídeos eróticos e pornográficos ficam localizados fora do Brasil.

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WhatsApp

Vídeo de abuso sexual no WhatsApp

Outro canal de fácil compartilhamento do vídeoé o WhatsApp. Pelo popular aplicativo de troca de mensagens no celular, é difícil encontrar alguém que já não tenha recebido as fotos ou o referido vídeoda adolescente, em algum grupo do qual seja participante.

Vídeo do estupro na Deep Web

Um dos canais onde o vídeo do abuso sexual da jovem é compartilhado de forma livre e sem controle algum é a Deep Web, ou internet invisível, como é conhecida por muitos.

A rede é conhecida como “o lado negro” da internet convencional, onde conteúdos proibidos são acessados livremente. Nesse tipo de canal, é fácil localizar esse tipo de vídeo ou deimagens, material distribuído por pedófilos, e, até mesmo, relativo a tráfico de drogas e armas.

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