Com a divulgação dos pedidos de prisão ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de membros da alta cúpula do partido do presidente interino Michel Temer, a defesa de eleições antecipadas para a Presidência voltaram à pauta.

Ainda pela manhã da última terça-feira (7) o senador Cristovam Buarque, do PPS-DF, que defende abertamente a realização de novas eleições presidenciais, voltou a entrar em contato com parlamentares para tentar dar prosseguimento à proposta.

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Mesmo tendo votado contra Dilma, Buarque considera as acusações envolvendo o governo Temer e sua base aliada bastante graves, razão pela qual acha interessante a alternativa das eleições antecipadas.

Outra que defende a proposta é a ex-candidata à Presidência Marina Silva. Em declaração ao jornal O Globo ela afirmou que o PMDB não tem condição de “passar o Brasil a limpo” e mencionou o pedido de cassação da chapa Dilma-Temer que está no Tribunal Superior Eleitoral.

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De acordo com a denúncia, feita pelo PSDB, a chapa vencedora das últimas eleições utilizou dinheiro desviado da Petrobras em sua campanha. Para Marina o Tribunal deveria acatar a acusação e cassar a chapa vencedora, situação que abriria brecha para a realização de novas eleições.

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