Grávida de dois meses, Priscila Barreto de Souza, que tinha apenas 26 anos, foi assassinada pelo esposo, Fabio Onorio Morais da Silva, de 38 anos. O crime aconteceu em Porto Velho, em Rondônia, e o marido, que deu um tiro na barriga da esposa em frente aos filhos menores de idade, alega ter sido um ato acidental.

Depois de atingir a mulher, Fabio ainda tentou buscar socorro, pegou três dos seus filhos e foi àprocura de atendimento para a esposa ferida. Quando voltou para casa, a Polícia Militar, junto com os vizinhos, rodeavam a casa investigando o ocorrido e ele com medo de ser linchado, fugiu pilotando sua moto.

O casal havia se mudado para aresidência havia pouco menos de dois meses e junto com eles, moravam também um filho de sete anos que Priscila teve de outro relacionamento e outros quatro filhos de Fabio, também de um casamento anterior. Segundo relatos de vizinhos, o casal havia reatado o relacionamento há pouco tempo e nunca brigavam.

Segundo uma vizinha, o filho de Priscila de sete anos a procurou desesperado dizendo que o seu padrasto tinha assassinado a sua mãe, então, ela chamou a polícia e tentou buscar socorro para a mulher atingida.

Priscila foi morta na noite deste sábado (18) e as crianças presenciaram a morte da mãe. Ao chegar na residência, os policiais já encontraram a mulher morta no chão da casa, com um tiro no abdômen. O menino de sete anos chorava muito ao lado do corpo da mãe.

Em depoimento à polícia, prestado nesta terça-feira (21), Fabio confessou ter atirado em sua esposa, porém, disse ter sido um tiro acidental durante uma discussão. Ele se apresentou na delegacia junto com o seu advogado de defesa para esclarecer o caso.

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Ainda em seu depoimento, Fabio contou que a discussão com sua esposa aconteceupor problemas do trabalho e por ele querer deixar as crianças em casa. De acordo com ele, e com o que as testemunhas contaram, quando ele ia sair de casa, pegou sua arma, logo, Priscila tentou segurar o revólver. Foi então que, neste momento, aconteceu o disparo.

Ainda sobre a investigação do caso, o delegado relatou que laudos complementares devem comprovar a versão de Fabio. Porém, o mínimo previsto, é que o homem deve responder por homicídio e porte ilegal de arma em liberdade.

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