Um caso inusitado aconteceu nessa semana. A repórter Larissa Fernandes, da afiliada da TV Globo, no estado da Paraíba, foi assaltada quando produzia uma matéria sobre a insegurança que existe no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). O fatoocorreu na quarta-feira, (13), e a repórter afirmou que, no momento do assalto, havia uma viatura da polícia há poucos metros de distância. De acordo com a profissional, o criminoso apareceu de repente, tomou o celular dela à força e rapidamente fugiu por entre a vegetação.

“Foi a segunda noite que eu fui no local mostrar a situação dos alunos que são vítimas da insegurança e eu, - conta a jornalista que revela também que os seus companheiros de trabalho correram atrás do meliante para tentar o assustar – infelizmente, também fui vítima”, concluiu Larissa, que sentiu na pele o que muitos dos acadêmicos que ali estudam já sentiram e continuam a sentir: ser assaltados em torno de uma Universidade.

Larissa relatou, ao portal de notícias G1, que quando o meliante tirou à força o celular de sua mão, ele correu em direção ao bairro do Pedregal. Ela estava acompanhada de produtor e de um câmera que a ajudaram a se recompor logo após o ocorrido. A repórter revela que é incrível a audácia dos meliantes, que não se importam se a força policial esteja por perto. De acordo com a profissional, havia uma viatura policial a mais ou menos 50 metros de onde ela estava sendo roubada.

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Por outro lado, os policiais logo perceberam a situação e foram até o local, fizeram buscas pelo criminoso que roubou o celular da repórter no mesmo lugar e aos arredores e na região, mas, infelizmente, não conseguiram capturar o meliante, que desapareceu.

O fato curioso, nesse caso, é que um dia antes, próximo do mesmo local onde Larissa havia sido assaltada e perdido o celular, houve um arrastão na UFCG onde outros muitos acadêmicos que ali estavam perderam muitos dos seus objetos.

Vários criminosos, depois do arrastão,rapidamente fugiram para fora da Universidade e causaram pânico e revolta naqueles que ali estavam. Funcionários, estudantes e as pessoas que visitam a Universidade cobram mais segurança.

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