No mês de maio do corrente ano, foi lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o Sistema de Mediação Digital. Este, que pode ser acessado no site do próprio conselho, objetiva a realização de acordos de forma virtual, aproximando partes que estejam em conflito e distantes fisicamente, como por exemplo, os consumidores e as empresas.

Desde ontem (1º), os conflitos envolvendo clientes e bancos públicos e privados também podem ser solucionados pelo Sistema de Mediação Digital.

De acordo informações do CNJ, a mediação digital é um serviço público e gratuito e o acesso se dá através do site do próprio CNJ. Agora, com a possibilidade de resolução de conflitos bancários pelo sistema, o cliente possui a oportunidade de entrar em acordo com a instituição financeira sem que seja necessário recorrer à justiça, arcando com custas processuais e honorários advocatícios.

A mediação digital entre consumidores e bancos ocorrerá de maneira bastante prática e rápida.

De início, o cliente que está enfrentando algum problema com a instituição financeira acessa o site do CNJ, busca o banco com o qual busca mediação e elabora um relato do caso. Caso o banco ainda não esteja cadastrado, a instituição financeira será notificada e convidada a participar do sistema de mediação não presencial. Uma vez recebido o relato do consumidor, o banco possui 20 dias corridos para responder a reclamação, entrando em contato diretamente com o cliente pela Internet ou pelo telefone.

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Caso o conflito seja resolvido pelo Sistema de Mediação Digital não será necessário qualquer encontro presencial entre as partes, porém, caso não seja possível chegarem a um acordo no ambiente virtual, será marcada uma audiência de mediação presencial. Neste primeiro momento, o Sistema de Mediação Digital está atendendo apenas questões que não estão judicializadas (não foram levadas à Justiça), todavia, a pretensão do CNJé que, ainda neste ano, também sejam atendidos conflitos de clientes que já ingressaram com ações judiciais.

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