Segundo pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passados dois messes seguidos em queda, a indústria volta a dar sinal de vida. Se comparado o mês de setembro com o de agosto, a produção neste setor teve alta de 0,5%. Avançando a produção, os itens como alimentos, indústria de extrativismo e produção de veículos.

No entanto, esse aumento de proporção mínima ainda não conseguiu trazer de volta o potencial da indústria, que ainda continua com índice de 20,7%, considerado abaixo do nível recorde atingido no ano de 2013.

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No mês de agosto para setembro, foi observado um crescimento na produção dos gêneros alimentícios, ficando na faixa (de -8% para 6,4%), e a indústria extrativista com aumento (de -1,7% para 2,6%) e o setor automobilístico com ( -12% para 4,8%). Já em setembro do ano passado, tendo um resultado negativo, essa queda demonstrou ser a menor desde junho de 2015. De janeiro a setembro, o recuo acumulado foi de 7,8% e, em um ano, de 8,8%.

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Portanto, ocorreu uma retração das produções de máquinas, e aparelhos materiais elétricos, de (-8,1%); setores como de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e higiene pessoal caindo para (-2,7%); as produção de minérios e não metálicos (-5%); e os farmoquímicos e farmacêuticos (-6,2%).

Um ano anterior, em confrontação com o mês de setembro do ano passado, houve maiores quedas a partir de coque, ou seja, os produtos derivados do petróleo e dos biocombustíveis, incidindo num percentual de (-12,5%) e (-9,2%) na indústria extrativa.

A indústria se mostra em recuperação e os resultados são mostrados pela oferta de crédito para a obtenção de bens duráveis e isso é aplicado na persistente demanda, que se mantém forte. Outro fator determinante é a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incide diretamente sobre os veículos automotores e eletrodomésticos, que estimulou o consumo. Contudo, mesmo com o IPI reduzido sobre os automóveis, a indústria continua incomodada com a manutenção de veículos.

A industria  informa que os gastos estão em nível muito alto, tendo projeção de 8% na produção.

A oferta de crédito para a aquisição de bens duráveis e a melhora da renda da população explicam a persistência da forte demanda interna. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), incidente sobre veículos e eletrodomésticos, também estimulou o consumo. Mas nem mesmo o fim da redução do IPI sobre automóveis parece incomodar a indústria.

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Segundo informações, a manutenção da produção de veículos ficou em níveis muito altos em março e a projeção chegou a aumentar 8% na produção deste ano, demonstrando que pelo menos esse setor industrial aposta na demanda interna aquecida também nos próximos meses.

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