Um vídeo que circula nas redes sociais, nos últimos dois dias, está movimentando a ira de muitos internautas.

Nas cenas, não há muito de diferente do que ocorre centenas de milhares de vezes todos os anos no país. Trata-se de um homem roubando o celular de um pedestre indefeso, que nada pôde fazer a não ser aceitar que ficará sem seu objeto comprado muitas vezes, com esforço.

Publicidade
Publicidade

No entanto, um detalhe chama a atenção nas imagens gravadas por câmeras de segurança instaladas na porta de algum imóvel: enquanto o criminoso faz a investida, uma mulher que pilota uma moto dá a cobertura e aguarda o parceiro para a fuga.

Não há informações de quando e onde o roubo ocorreu. Pelas imagens, é possível ver que a vítima reluta bastante em entregar o que o bandido deseja. São 29 segundos de gravação.

No início da filmagem, o jovem aparece andando em direção a uma calçada e o bandido já está junto a ele, provavelmente mandando ele entregar o celular.

Cenas foram gravadas por câmeras de segurança
Cenas foram gravadas por câmeras de segurança

A mulher na moto segue os dois de perto, com o motor ligado e preparada para acelerar, assim que seu parceiro finalizar a missão.

Nesse momento, começa uma sequência de investidas do assaltante. Ele tenta pegar o celular da mão da vítima, que resiste como pode. O criminoso segura o rapaz pelo braço e o empurra várias vezes. Ele continua forçando para conseguir tirar o objeto, até que consegue.

Depois, sai calmamente andando em direção à moto. Senta na garupa e parte junto com a motociclista em velocidade reduzida, como se nada tivesse acontecido.

Publicidade

A vítima coloca a mão na cabeça e segue andando, como se não acreditasse no que acabara de acontecer. Por sorte, o assaltante não estava armado e ninguém saiu machucado. As autoridades policiais orientam os cidadãos a nunca adotar a postura de reação, como foi mostrado nas imagens.

As estatísticas de roubos de celulares são impressionantes no Brasil. Estima-se que um milhão de aparelhos são roubados por ano no país. Esse dado pode ser ainda mais impressionante, já que muitas vítimas não registram Boletim de Ocorrência na delegacia.

Leia tudo