Atualização: A Assessoria de Comunicação da Advocacia-Geral da União informa que o que está sendo feito no momento é um levantamento administrativo no âmbito do Inep para que sejam calculados e comprovados documentalmente os custos das novas aplicações. O estudo também pretende analisar condutas das entidades estudantis para fins de eventual ação de ressarcimento. Ou seja, só após a conclusão desse levantamento no âmbito administrativo que será avaliado a possibilidade de processo judicial.

Para a nova aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) avaliou que os gastos públicos estão estimados para mais de R$ 10 milhões.

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Sabendo desse orçamento, a Advocacia Geral da União (AGU) está estudando a possibilidade de abrir um processo contra as entidades estudantis que patrocinaram que alunos ocupassem escolas em todo o Brasil, segundo a AGU o objetivo é "individualizar as condutas".

Algumas da entidades que participaram dos protestos foram a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), esses sindicatos estariam ligados ao partido PCdoB e agora deverão arcar com o gasto para o "Enem 2".

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Dia de prova

O data da realização das provas do Enem foram marcados para os dias 5 e 6 de novembro, porém devido as várias escolas que foram ocupadas por estudantes, cerca de 240 mil alunos ficaram prejudicados e não conseguiram realizar a prova. Há dados que só no estado do Paraná 820 escolas foram ocupadas, os estudantes eram contra a reforma do ensino médio proposta pelo Governo de Michel Temer.

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Governo Educação

Além das entidades sindicais, grupos contra o governo de Temer e partidos político também aderiam as ocupações, enquanto isso, outros grupos que utilizaram o lema "anticorrupção" se juntaram a turma que era contra as "invasões" e tentaram de alguma forma incentivar os alunos a saírem da escola para que não sejam prejudicados sem ensino.

Educação brasileira

O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) divulgou o ranking de 70 países nos âmbitos escolares.

Os resultados mostram que o Brasil caiu na pontuação, em ciências os brasileiros estão na 63° colocação, em matemática 66° e um pouco melhores em leitura com 59° no ranking. Os países que mais se destacaram em matemática foi a China e o Japão, já o Canadá entrou para o top 5 em leitura.

Especialistas dizem que o resultado é péssimo e serve como uma forma de buscar alternativas para melhorar a Educação brasileira, eles citam que a valorização do professor é algo muito importante para que isso aconteça.

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