Na tarde do último sábado dia (10) um policial civil foi brutalmente assassinado por um homem que utilizava uma arma de fogo. Segundo testemunhas, a vítima se encontrava nas imediações de um bar na cidade sergipana de Itabaianinha, região Sul do estado. O homem era funcionário público, e trabalhava no policiamento civil há 25 anos na equipe formada no município de própria. O enterro aconteceu na tarde deste domingo dia (11) na capital aracajuana no cemitério conhecido por Cruz Vermelha.

No entanto, não demorou muito para serem localizados e apreendidos os suspeitos, e quem encomendou o delito, conforme examinarão o Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e a equipe da Delegacia de Itabaianinha. Conjunto do Grupamento Especial de Repressão e Busca da Polícia Civil (Gerb) e da Polícia Militar estiveram nesta ação e busca dos responsáveis pelo crime.

Conforme pronunciamento do delegado responsável pelo caso, o senhor André Davi, o responsável pela encomendação da morte do policial, repassou ao criminoso e executor do delito a quantia de R$ 700, ainda segundo o delegado, “quem cometeu o crime não sabia que a vítima era autoridade policial além de não saber qual o motivo da questão envolvida entre mandante e vítima”, informou.

As autoridades fizeram a apreensão dos suspeitos juntamente com um revólver, um capuz, a quantia em dinheiro, além de um automóvel que foi utilizado para sair da cena do crime e mais um blusão de frio que o criminoso usava na hora que disparou os tiros contra o Policial Civil.

De acordo com o departamento de polícia as averiguações continuarão, as pessoas detidas responderão pelo homicídio doloso (aquele que tem intenção de matar), e conforme a lei poderá até serem julgados segundo a lei 13.142, que está em vigor desde ano passado, esta que torna crime de natureza repulsiva, como é o caso de assassinato de policiais em atividades ou em decorrência da mesma.

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Polícia

Segundo estatísticas, antes mesmo de finalizar o ano já são 383 policias feridos com arma de fogo, sendo que 106 não resistiram e chegaram a óbitos. De uma quantidade de 356 que eram policiais militares.

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