A polícia procura um homem de 31 anos, acusado de matar a mãe de sua namorada, de apenas 13 anos, no Espírito Santo.

O suspeito, cujo nome não foi divulgado, está foragido. Segundo as autoridades policiais, o homem já tinha sido indiciado por violência doméstica.

A adolescente viu quando o namorado baleou a mãe, na tarde da última sexta-feira (23). A vítima, Marisleide Vieira da Victoria, de 30 anos de idade, estava na casa de um familiar, no bairro Vista Mar, em Cariacica.

Testemunhas contaram aos investigadores que o suspeito já entrou na residência disparando vários tiros. Foram ouvidos, segundo os moradores próximos, ao menos sete disparos deflagrados por arma de fogo.

O casal estava junto havia um ano. Os conhecidos e parentes contaram que o foragido estava indignado porque a mãe estimulava a filha a se relacionar com outro homem. Marisleide não aprovava o suspeito como genro e estaria incentivando a filha a esconder esse início de nova relação.

Segundo a imprensa local, além da pivô do #Crime ter presenciado a morte da mãe, a outra filha da vítima, de apenas 10 anos, também teria visto a mãe baleada.

Marisleide teve seis perfurações a bala e ainda foi encaminhada com vida para uma unidade de Pronto Atendimento do bairro de Cobilândia, em Vila Velha. Entretanto, ela não resistiu ao ferimentos em faleceu a caminho do atendimento hospitalar.

A vítima deixa também um terceiro filho, de apenas três anos, que estava dormindo no momento do homicídio.

A dona de casa foi descrita como uma pessoa alegre e muito trabalhadora, que vivia apenas para os filhos.

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Bem diferente do histórico do suposto assassino, marcado por um mandado de prisão em vigor justamente por infringir a Lei Maria da Penha, legislação que trata de violência doméstica. Não há informações se ele teria praticado alguma violência contra a menor.

A ocorrência está sendo apurada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Vila Velha, onde a adolescente e os familiares já prestaram depoimentos. A polícia apela para que os cidadãos que tiverem quaisquer informações sobre o paradeiro do suspeito denunciem. A comunicação garante sigilo e anonimato. #Casos de polícia