Nesta última terça-feira (20), um ato heróico de uma guarda-vidas impediu que um homem levasse uma criança de oito anos ao afogamento, em Santos, litoral de São Paulo. O menino, que não conhecia o suspeito, estava na faixa de areia com seus familiares aproveitando as férias. Ao que parece ele teria se afastado um pouco de seus pais quando foi abordado pelo homem que o teria convencido a entrar no mar com ele.

Não se sabe precisar exatamente as motivações que fizeram com que o acusado realizasse a ação. A criança e família são de Santo André, no ABC Paulista e estavam aproveitando os dias de sol antes do natal. O jovem, que impeliu o menino a entrar no mar, tem 29 anos, e foi conduzindo a criança para longe da orla, cada vez mais fundo na água. Foi aí que uma salva-vidas achou a ação estranha, pois o menino já não conseguia alcançar a areia e começou a se debater.

Ela então entrou no mar em direção à criança e perguntou se ela conhecia o suspeito. A resposta do menino foi de que nunca tinha visto o homem antes, e foi quando a mulher o retirou do mar. Segundo os policiais que foram chamados para ajudar a deter o suspeito, ele ainda chegou a correr quando alcançou a faixa de areia, mas foi impedido pelo pai do menino, e pela própria guarda-vidas.

Alguns banhistas ficaram revoltados com o acontecido e chegaram a bater no suspeito enquanto todos esperavam a chegada da Polícia.

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Muitos disseram que é um absurdo e que os pais devem ficar sempre atentos às suas crianças, pois com o verão e as praias cheias a segurança fica reduzida. O crime aconteceu perto do posto 6, onde a orla é tranquila e muitas famílias vêem para aproveitar o calor. O suspeito foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Defesa da Mulher para ser autuado, ele permanecerá detido até a decisão judicial.

O homem não chegou a dar explicações do porquê de ter impelido o menino a entrar no mar, mas a polícia deverá ouvi-lo para chegar às conclusões sobre o crime. Os guarda-vidas orientam os banhistas além de não entrarem no mar em lugares indevidos, a preservarem a sua segurança, principalmente quando se trata de crianças. Pulseiras de identificação podem ser uma forma de resguardar os pequenos caso haja algum desaparecimento.

Além disso, deve-se sempre dar às crianças pontos de referências para os quais ela consiga voltar, e se forem entrar na água só com os pais.

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