Ele era um dos maiores nomes do futebol brasileiro, sendo cogitado, inclusive, para atuar na seleção brasileira. No entanto, nos anos 2000, o destino do ex-goleiro Bruno foi traçado por um #Crime bárbaro, o assassinato de Eliza Samúdio, sua ex-amante e mãe de seu filho. Até hoje, o ex-atleta, que sonha em voltar ao futebol, garante que tudo o que ocorreu não teve a sua participação e que não sabe o paradeiro do corpo de Eliza. No entanto, apesar dele clamar por sua inocência, a justiça o declarou culpado. Bruno vai ter que pagar pelo crime que diz não ter cometido. Ele foi condenado a vinte e dois anos de prisão e sonha, pelo menos um dia, poder pegar o regime semiaberto, na tentativa de voltar ao futebol.

No entanto, uma novidade no caso de Bruno revoltou o Brasil nesta terça-feira, 24.

Uma matéria publicada pelo site da Revista Veja falou sobre como estão as condições de reclusão do ex-atleta, em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais. Atualmente, ele está no chamado 'Alto das Maravilhas', um presídio diferenciado. A maioria das condenações no local é longa. Ele divide o espaço com outros 175 detentos e tem uma função especial. No local, não existem policiais e carcereiros. É Bruno quem cuida das chaves das celas. Um preso tem a missão de prestar a atenção no outro. Eles circulam livremente pelo local e realizam muitas atividades. Algumas delas utilizam ferramentos como tesoura e serra elétrica. Os presos aprendem artesanato e trabalham em uma fábrica de material de segurança, instalada dentro do local.

O fato de um preso ter a chave de sua cela e dos outros gerou revolta nas redes sociais.

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Para muitas pessoas, Bruno não está preso, mas sim em uma sociedade paralela. "O cara trabalha, ganha dinheiro, faz compras e vai dormir a hora que quer. Ele ainda recebe visitas íntimas. Falta mais alguma coisa?", questionou uma internauta mostrando descontentamento com a decisão envolvendo o ex-goleiro. Bruno defende o modelo. Ele, que já passou por outras prisões, garante que essa ajuda o preso a se "reabilitar".