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Um crime de homicídio ocorrido há nove anos em Araranguá (SC), onde praticamente as esperanças de ser resolvido estavam chegando ao fim, tomou um novo rumo. O juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca, Guilherme Mattei Borsoi, proferiu, na quarta-feira (8), sentença de pronúncia determinando que três réus, acusados de assassinar o empresário André Roberto Alves, sejam submetidos a júri popular.

O advogado Jorge Acir Cordeiro, que era cunhado da vítima e ex-sócio, responde pelo crime de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Ele é apontado como mandante da morte de André Alves.

O advogado dele, Gian Carlos Goetten Setter, já antecipou que irá recorrer da decisão do magistrado.

Os acusados de serem os executores são Daniel Alves e Mariel Alves da Silva, que também foram pronunciados por homicídio duplamente qualificado. Os três réus respondem ao processo em liberdade. Após serem notificados, e caso não busquem recurso em instância superior, o magistrado marcará o julgamento.

Outros casos

No inicio da manhã deste domingo (12), cinco homens chegaram a uma fábrica de sorvetes situada às margens da BR-101, em Içara, e, após trocar tiros com o vigilante, o renderam e desferiram chutes e socos. Logo em seguida roubaram o cofre da empresa, contendo dinheiro e cheques.

O veículo utilizado na ação foi encontrado totalmente queimado já na cidade de Araranguá. Os bandidos teriam fugido em outro veículo utilizado para dar apoio à ação criminosa.

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Morte e em acidente

Também na manhã deste domingo, Rafael Rodrigues Goulart praticava trilha de moto junto com outros amigos, na localidade de Sanga da Toca, em Araranguá. Após perder o equilíbrio, caiu da motocicleta, tendo sofrido hemorragia interna.

Foi encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

21 fugas

Desde o início do ano, já fugiram do sistema penitenciário catarinense 21 detentos. Os casos foram registrados nas unidades de Florianópolis, Joinville, Concórdia, Blumenau e Itajaí.

Apesar de não pertencer ao sistema prisional, a cadeia da delegacia de Palhoça (Grande Florianópolis) também registrou cinco fugas. O secretario adjunto de Justiça e Cidadania de Santa Catarina, Leandro Lima, declarou a um site de notícias que ainda é cedo para falar em facilitação de fugas, mas que são preocupantes e que medidas mais rígidas de punição serão tomadas.

Em Lages, no Planalto Serrano, há poucos dias ocorreu um principio de rebelião, mas não houve fuga. Na ocasião, alguns detentos se queimaram após terem colchões incendiados.