A procuradora Deborah Duprat afirmou, em um debate, que o filho não pertence a família. Esse assunto está repercutindo em todas as redes sociais, já que o debate tratava de um assunto polêmico sobre “Escola Sem Partido”.

A procuradora chegou a dizer que, “essa percepção equivocada de que a criança pertence à família, que a família tem um poder absoluto sobre a criança, não é verdade”. Miguel Nagib, advogado e responsável pelo movimento Escola sem Partido, rebateu a procuradora, apresentado argumentos que deixou não só a ela como o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) sem palavras.

Inclusive, a procuradora se engasgou por um momento ao responder o advogado Nagib.

Em defesa desse projeto de lei da escola, Nagib afirmou que “o que a procuradora dos Direitos do Cidadão está defendendo é isso aqui, que o professor poderá transmitir aos filhos dos outros as suas próprias convicções religiosas e morais (...). Evidentemente, isso é um absurdo, isso é um despropósito. Nenhum país do mundo, a não ser a Coreia do Norte, adota esse sistema que está sendo proposto pela procuradora”, afirmou o advogado.

O assunto se estendeu por mais alguns minutos e o advogado continuou apresentado fatos e argumentos contra os demais participantes do debate, afirmando ainda que as doutrinações nas escolas estão sendo usadas para destruir a Religião.

A “Escola sem Partido” é uma proposta de lei que impede com que professores usem salas de aula para ensinar aos alunos sobre suas opções pessoais, como política, religião, sexualidade, dentre outros, Portanto, o único objetivo da proposta do “Escola sem Partido” é informar e conscientizar os estudantes sobre os direitos que correspondem aos deveres, a fim de que eles mesmos possam exercer a defesa desses direitos, já que dentro das salas de aula ninguém mais poderá fazer isso por eles.

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Religião

Neste mês de fevereiro foi aberto à comissão para discutir no plenário sobre o projeto de lei “Escola sem Partido” (PL 7180/14). O assunto tem sido do interesse tanto dos alunos quanto dos pais que tem filhos em escolas públicas.

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