Sim, existe corrida armamentista em muitos países da América do Sul! É correto fazer tal afirmação quando, por exemplo, no último dia 20 de fevereiro, a Venezuela defendeu o seu espaço aéreo, abatendo uma aeronave que voou sobre o seu território sem permissão prévia, o que só comprovou que apesar das dificuldades econômicas e políticas atravessadas por aquele país, o mesmo possui um eficaz sistema de defesa bélico, diga-se de passagem, um dos melhores da região.

Publicidade
Publicidade

Tanto é assim que Damián Jacubovich, especialista da Argentina em geopolítica, confirmou que o enorme potencial dos recursos naturais venezuelanos, mais o fato de ser constantemente acossada pelos Estados Unidos, propiciaram o desenvolvimento armado do governo de Caracas. O mesmo poder de fogo tem o Brasil, só que o motivo que impulsiona essa última nação é o objetivo constante do gigante latino-americano ter uma cadeira permanente junto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Publicidade

Jacubovich defende a tese de que se faz necessária a criação de um bloco semelhante a OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte, mas só que na América Latina, cujo objetivo principal seria o de combater a contento os perigos diversos que se abatem sobre a região. Ainda segundo o estudioso argentino, especificamente o Brasil é o que possui equipamento militar mais desenvolvido de todos os países latino-americanos ou como ele mesmo se pronunciou, a saber: “nós falamos que os Estados Unidos supostamente possuam quase a metade de todo armamento mundial.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Curiosidades Negócios

O Brasil de alguma maneira é os Estados Unidos da América Latina, que tem mais ou menos 50% de todos os pressupostos equipamentos militares da América Latina".

O Brasil também se constitui no maior exportador de armamentos dos países da América Latina em relação aos negócios militares com o restante do continente. A 2ª potência da região no quesito militar é a já mencionada Venezuela, seguida de perto pela Colômbia, uma vez que o governo de Bogotá tem sérios embates com os narcotraficantes.

Na 4ª colocação aparece o Chile, que já foi à guerra com nações vizinhas, tais como: Argentina, Bolívia e Peru.

Damián Jacubovich salienta que os EUA em todo o século XX sempre foi o grande fornecedor de armas; entretanto, a Rússia passou a ser um forte concorrente nesse tipo de comércio, uma vez que tem armamentos com tecnologia de ponta e bastante eficazes ao que se destinam.

Assista ao vídeo como manobras do Exército do Brasil

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo